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sexta-feira, março 30, 2007
No firmamento planto minhas esperanças...



Outra frase de uma poesia do Laerte. Até encontrei com ele, anteontem, nos corredores da Ufpi, e disse que estava usando sua poesia por aqui. Acho que ele gostou. A propósito, gente, defendi lá, com minhas coleguinhas de equipe, o trabalho final da pós-graduação em Telejornalismo. Um documentário sobre os Boinas Azuis do Piauí, voluntários que integraram a Força de Paz da ONU na Faixa de Gaza, ente 1957 e 1967. Nota: 9,5.
Termino aqui a pós e começo aqui uma nova etapa. Quero me preparar para fazer um mestrado. Provavelmente na área da linguagem, análise de discurso, por aí. Se Deus quiser, até o final do ano, estarei em sala aula dividindo o que aprendi nesses 17 anos de jornalismo. Torçam aí!
Ah, hoje tive boas notícias sobre o meu trabalho. Deve pintar coisa nova pra dividir aqui com vocês. Agora, é aguardar. Depois, trago a minha alegria estampada num sorriso orelha a orelha. Afinal, é bom demais sentir a confiança do chefe no trabalho da gente e nas perspectivas que ele possa vir a ter.
A Gaya e a Mel estão separadas desde a confusão da terça. Neste sábado, o Júnior vem aqui em casa começar uma alternativa nova. Homeopatia para tentar amansar a ferinha, que é agitada demais, latidora demais e teimosa demais. Depois, é ensinar a ela a nunca, nunca mesmo ultrapassar o limite da porta da casa do quarto da Cacha, lugar que a Mel entende como propriedade privada dela.
De tarde, Ilha de Caras na casa da Paulinha. A Tyci tá aqui. Aí, já viu, né? Nós lá reunidas pra comidinha feita pela Paula, cervejinha pra matar o calor, sobremesa de Chicabom (de novo, porque foi pedido da Tyci) e aquela algazarra boa de gente do bem perto de gente do bem.
Hoje, dia de unhas, cabelos, depilação... um trato no visual pra dar um rolé. Vontade de ver gente, jogar conversa fora, dançar. Chamei a Cacha pra ir ao Planeta Diário, pub novo da cidade. A Sasá reservou mesa e eu acho que a noite vai ser boa. Vou lá. Até depois então. Bom final de semana e é isso!

“Há muito, vou-me e permaneço.
De olho atento na espera.
Ao fim de tudo, recomeço.”

(Laerte Magalhães)

P.S.: Tem fotinhas novas no flog www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br





terça-feira, março 27, 2007
Aos poucos, vou-me encharcando de tempo...



A frase é de uma das lindas poesias do livro “Um ponto fora da curva”, de Laerte Magalhães, meu professor na graduação e poeta nas horas vagas.
Essa e muitas outras foram grifadas para que eu as trouxesse pra cá num dia em que eu tivesse pouco pra dizer e precisasse beber em outras fontes para me expressar. Sim, porque eu não quero calar. Quero mesmo é gritar. Hoje, eu senti que podia perder algo que já me é caro, em tão pouco tempo. A Gaya. É que, no cio, a Mel (gata da Cacha) voou pra cima da minha cachorrinha, quando ela entrou no quarto da Cacha. Coisas de demarcação de território. Resultado: muitas azunhadas, mordidas, sangue e todo o estresse do mundo. Relações arranhadas. Eu, Cacha. Gaya, Mel.
Como a Gaya veio depois da Mel, pensei... nada mais justo que a Gaya vá embora. Pensar e verbalizar isso me doeu na alma. Entrei em pânico. Não imaginei isso pra mim. Abrir mão da “maternidade” da minha filhotinha. Não. Isso não. Chorei a tarde inteira. Nem fui trabalhar. Quis ficar com a Gaya. Fazer com que ela sentisse que eu tava por perto, se ela precisasse. A Mel ficou trancada no quarto da Lôra.
Saí pra dar uma volta na Raul com minha pequena. A primeira da vida dela. É, porque ela acabou de tomar a terceira dose da vacina. E corria risco de pegar alguma doença. Gostei da sensação de estar com ela ali. Melhor foi encontrar a Rayla e Breno, que também cria uma Basset. Trocamos figurinhas e telefones. E saí mais aliviada, mais confiante que essa convivência é possível. É preciso um pouco mais de paciência e um muito mais de adestramento. Ela vai ter que entender que o quarto da Natacha é lugar proibido pra ela.
Vou saindo de fininho, ainda com o coração moído, mas com a esperança de que tudo vai se resolver no final. Tomara que o final chegue logo. Sem contratempos...

NÓS
“Desatento,
o tempo
ata
e desata
contratempos”.

(Laerte Magalhães)
P.S.: A foto foi um presente da Sayô. Um desses presentes que chegam pra curar dores. Um carinho de quem parece advinhar quando precisa dar o ar da graça. Obrigada, Sasá!




domingo, março 25, 2007
“Só tenho o que me falta e o que me basta...”



Tava vendo o dvd do Zeca Baleiro sábado e essa frase da letra de Sérgio Sampaio me tocou profundamente. Com aquela melodia suave... me fez pensar no que eu sinto falta da minha vida agitada e do que me basta para que eu fique bem.

Sinto falta das folias quase infantis da casa do Marquim, quando uma turma unida e companheira estava sempre junta pra curtir. Sinto falta das folias intermináveis no Casarão, quando cobrice nunca existiu dentro da turma. Sinto falta das noitadas no MPBar, quando ouvir música, cantar e dançar era a nossa diversão. Sinto falta das conversas sobre tudo no mundo no Egipe, quando voltar cedo pra casa não estava no programa. Sinto falta do colo de alguns amigos, quando a verdade e a sinceridade nos movia no mesmo caminho. Sinto falta da gargalhada esparrosa da Lícia, das piadas bem colocadas do Marquim, das chegadas inesperadas do Fábio “Paulo Roberto” Polar, das brincadeiras do Luiz Bebê, da turma toda reunida na cozinha do Cabaré do Marquim, das birras do André com a Orgarina, das danças malucas da Sayô, dos papos cabeça com o Reginaldo, das músicas do Zeca Baleiro com Stanley e Vivi, da presença sempre agradável do Alcione... de tanta coisa...

Mas, por outro lado, tanta coisa tem me bastado pra me deixar tranqüila, feliz e sem estresse. Minhas horas dedicadas à Gaya, minha filhotinha, que tem precisado muito do meu carinho e meu cuidado. As duas horas de malhação na academia no pino do meio dia. O relax das aulas de Yoga com o Gabriel. O “momento travesseiro” com dois ou três livros, que se revezam na cabeceira. Os paredões do BBB na casa da Dani aos domingos. Uma ida aqui outra acolá no Maresia pra tomar uma gelada com a Aline e o Eduardo. As boas conversas com a Lis. Os melhores conselhos com a Sayô. E toda uma vida nova aproveitada em cada segundo com minha mana Cacha perto de mim.

É a lei das compensações. Na balança, o que me basta tem pesado mais. Tem sido mais importante. No momento. Claro que, daqui a pouco, eu tô de volta em alguma folia. Pra dar minha gargalhada mais gostosa. Pra usufruir das companhias que me fazem bem. Pra sentir que o equilíbrio, o caminho do meio é associar o que me falta como que me basta. Mas, antes, preciso consertar algumas coisas aqui dentro. E isso... demanda algum tempo. O meu tempo!

“Se fosse resolver
iria te dizer
foi minha agonia.
Se eu tentasse entender
por mais que eu me esforçasse
eu não conseguiria.
E aqui no coração
eu sei que vou morrer
Um pouco a cada dia.
E sem que se perceba
A gente se encontra
Pra uma outra folia.
Eu vou pensar que é festa
Vou dançar, cantar
é minha garantia.
E vou contagiar diversos corações
com minha euforia....
E sem que se perceba
a gente se encontra
pra uma outra folia.”
(Oswaldo Montenegro)




quinta-feira, março 22, 2007
Sim, eu dei Ctrl + C e Ctrl + V...



... mas eu pedi autorização. E ela me concedeu gentilmente. O texto abaixo são excertos do post da Jana de hoje. E eu me li ali. Por isso, trouxe pra cá. Acho que é exatamente o que eu queria dizer e não tava sabendo como. É bom ler alguém escrevendo sobre as nossas angústias sem que nem precisemos expressar um “ai”.
Ando assim, como a Jana, “sem tempo pra embolação”. Com muita vontade que a vida me mostre as coisas e as pessoas mais simples. Para que eu possa, simplesmente, continuar vivendo do meu jeito simples. E feliz!

“Eu acho que quanto mais o tempo passa, mais exigente ficamos. E eu acho que esse ‘mais exigente’ chegou pra mim talvez cedo demais...
Eu não tenho mais paciência, pra baladas, ao menos não no ritmo de antes, sem saco algum pra tentar descobrir se ‘ah, pode ser que seja ele’ é realmente ele. Antes, eu via as qualidades e depois encontrava os defeitos. E aí, já envolvida, achava até os defeitos bonitinhos. Hoje, eu vejo os defeitos a quilômetros de distância, e dependo de quais forem não perco meu tempo pra tentar ver as qualidades. Falta de paciência? Rabugice? Que seja. Acho que apenas um certo grau de exigência não anda fazendo mal a ninguém. Pra rolar agora, eu tenho que bater o olho, me apaixonar, ver defeitos e qualidades e mesmo assim achar ‘é esse’. Nada de ‘poderia ser esse’, ‘com algumas mudanças até dava pra ser esse’ ou ‘será que é esse?’. Tenho que ter certeza que ‘é esse’, e pular toda aquela parte do ‘eu gosto de você, mas vou fazer um certo charme’, dos joguinhos sentimentais, e ir direto ao assunto: ‘Você me quer, eu te quero’. Pronto. É assim, simples. Só falta-me encontrar quem eu queira e quem me queira. Aí fica simples.
Eu sei, além de mais exigente, me tornei chata. Mas uma chata que não fica aí perdendo tempo com embolação. Ok. E uma chata bem interessante...”

Pois é. É desse jeito. Entendeu agora por que estou há um ano sem um namorado? Pode dizer que eu estou sendo muito exigente. Mas, sabe o que é? É que eu tenho certeza de que EU VALHO A PENA. E, não é por nada não, mas... EU MEREÇO O MELHOR!
“Tô mentindo, Terta?!” (Lembra do Chico Anísio “vestido” de Pantaleão?)
P.S.: Eu toda pronta pra inauguração do Planeta Diário e a Gaya deu um acesso de mordelância...




segunda-feira, março 19, 2007
O que faz você feliz?



“PARA PODER BUSCAR A ALEGRIA DE VIVER É PRECISO OLHAR PARA FRENTE E REINVENTAR A VIDA A CADA DIA.”

Cá estou eu falando de novo da Vida Simples. Mas... é por boas causas. A filósofa Márcia Tiburi lembra que “lembrar é essencial”, quando cita Nietzsche, afirmando: “Quem quiser viver bem, quem almejar de algum modo ser feliz, deverá provar o equilíbrio entre lembrar e esquecer”. É a matemática simples de “guardar o que nos traz bons afetos e descartar o que nos traz maus sentimentos”.
Ah, aí não dá pra esquecer mesmo momentos como o de ontem à noite na casa da Dani Rego. Tão bom chegar, deitar na cama dela, papear com ela e o Marquinhos (amigo dela, gente boa), puxar conversa com a Irmã (mãe) e o Álvaro (paidrasto) e tirar sarro do Dhieky (mano). Depois, assistir ao BBB, torcer pro Alemão não ir pro paredão, claro. E ficar extasiada com o texto do Arnaldo Antunes na propaganda do Pão de Açúcar. Gente, vocês viram já? Simples e arrebatador!

“A lua, a praia, o mar
A rua, a saia, amar...
Um doce, uma dança, um beijo
Ou é a goiabada com queijo?

Afinal, o que faz você feliz?

Chocolate, paixão, dormir cedo, acordar tarde,
Arroz com feijão, matar a saudade...
O aumento, a casa, o carro que você sempre quis
Ou são os sonhos que te fazem feliz?

Um filme, um dia, uma semana,
Um bem, um biquíni, a grama...
Dormir na rede, matar a sede, ler...
Ou viver um romance?

O que faz você feliz?
Um lápis, uma letra, uma conversa boa
Um cafuné, café com leite, rir à toa,
Um pássaro, ser dono do seu nariz...
Ou será um choro que te faz feliz?

A causa, a pausa, o sorvete,
Sentir o vento, esquecer o tempo
O sal, o sol, um som
O ar, a pessoa ou o lugar?

Agora me diz
O que faz você feliz?”

Ai, ai... Hoje é dia de São José. Então, vou ali fazer uma oraçãozinha com bastante fé porque eu sei exatamente o que pode me fazer mais feliz do que eu já sou.

P.S.: Essa fotinha foi no Sanatório Geral (Carnaval 2007). Eu e Dani selando uma bela amizade!





sábado, março 17, 2007
“Melhor que música é gente!”




A semana passou voada. O dodói meu deu ânimo novo. Tipo fênix, ressurgi com gana nova pra “olhar pra mim”. Yoga, terça. Malhação, quarta. Yoga, quinta. Malhação, sexta. Sábado, novas mechinhas no cabelo, pés e mãos “feitos”, hidratação. Banho na Gaya. Banho com tudo o que tem direito em mim: creme esfoliante, óleo de amêndoas, hidratante no corpo. Cuca fresca.
Mas, também... depois daquela terapia básica no salão da Gogó... Tudo o que eu precisava para um final de semana inteiro de muito trabalho. E olha que eu quase aceito o convite do Tio Célio pra passar o dia na Vitória (fazenda) hoje. Os riachos tudo cheios. Célio Júnior e Pepê fazendo folia... Ah, saudade do tempo das semanas santas na fazenda do Vovô Machado e da Vovó Dedila!!!

Ontem, fui com a Verinha assistir ao show do Ensaio Vocal + Guinga + Paula Santoro. Gente do céu! Como bem disse a Verinha: “que presente eu me dei, viu?!” Uma noite adorável. Na cadeira ao lado, o meu queridíssimo amigo Cineas Santos. A noite ainda vou melhor porque nós esticamos até o Café Viena com Sayô e Mel. Rimos pelas tabelas. Kiwirósca e Carpaccio. Sono, casa.
Sempre falo aqui da “Vida Simples”, né? Acho que vou me tornar uma propagandista de primeira ordem dessa revista. Porque eu acho que ela faz bem a gente. Gente que tem vontade de tornar o mundo melhor de se viver. Sei demais que piso em falso muitas, muitas vezes. Mas tô tentando acertar. Disposta mesmo. Empenhada. Compenetrada. Quase obstinada. E penso que isso já é muito bom. {Sessão de autocrítica absolutamente positiva!}
Voltando à Vida Simples...

Na última edição, o “lado B” em pauta. Aquela sombra de cada um, que se manifesta geralmente nos momentos de emoção forte, através da raiva, inveja, ansiedade... Aprender a lidar com isso é a grande sacada. “Se você cultivar emoções positivas, como a bondade, a generosidade, a alegria, a simpatia e a compaixão, as emoções negativas vão diminuindo...” Maravilha! Tudo o que almejo.
Uma “conversa com Marshall Rosemberg”, merece maior destaque. Aliás, merece ser lida na íntegra. Sugiro que você faça isso. E falo porque a mim me serviu como luva:

“Se você quer viver no inferno, é só pensar no que há de errado com as pessoas que fazem coisas de que você não gosta. Se quer piorar um pouco mais, diga a elas o que você acha que está errado...”

P.S. 1: A frase que intitula esse post é de uma fala do Guinga no show de ontem no Theatro 4 de Setembro, em Teresina. Linda a forma com que ele fala sobre as pessoas, o querer bem que vem de graça, pela simples vontade de gostar de gente!

P.S. 2: A foto foi feita enquanto eu escrevi esse post. A Gaya me cobrando dengo. Claro... parei tudo para dar atenção a minha filhota.




quarta-feira, março 14, 2007
Bacana ver gente sendo... GENTE!



A casa tá quieta. Graças a Deus. Depois do show que a Mel deu, porque tá entrando no cio. E a mira da ira é a Gaya. Pensa aí no drama! (Explicando: Mel é a gata, gata mesmo, da minha irmã. E Gaya é a minha cadelinha). Estresse básico no fim da noite. Mas... a gente sobrevive, uai!

Recapitulando: comecei a Yoga com o Gábi. Tudibom! Um puxadinho bem zen, naquela casa que eu adoro, onde passei bons anos da minha vida. Bem felizes, diga-se de passagem! O Gabriel não me surpreendeu. Eu já sabia que ele tinha virado um mestre da filosofia, que eu preciso aprender e praticar. Para minha vida ficar melhor, para eu me melhorar, para que eu melhore minhas relações comigo e com o mundo.
Hoje, voltei pra academia. Quero ir três vezes na semana nessa primeira semana. Porque ainda estou envolvida com o trabalho final da pós e preciso me dedicar pra me sair bem. Pra semana, todo dia. Horário? O único que me restou apertar mais um pouquinho: de 12h30 às 2h00. Mas, sabe que achei legal. Cheguei em casa, cansadaça, me passei pr’uma pratada de salada, uma colher de arroz integral, duas tirinhas de frango grelhado e uma colher de feijão. Num deu nem pra tirar uma soneca. Matei a saudade da tia Jack no msn e rumei pra tv.

Minha reflexão de hoje: a vida é muito linda, porque permite às pessoas avaliarem seus erros, valorizando seus acertos, ajustando os ponteiros e botando os pingos nos is. Bacana isso. Tenho fé em gente assim. Que se auto-modela a cada dia, se redescobrindo um ser humano mais digno, mais coerente, mais honesto consigo e com os outros. Porque só assim dá pra botar a cabeça no travesseiro e dormir o chamado “sono dos justos”. Até porque a melhor justiça é a que se faz consigo mesmo. É aquilo que até já botei aqui: ADORO VER GENTE SENDO!

Ah, pesquei um lance do blog da Jen e vou reproduzir aqui:

SETE COISAS A FAZER URGENTEMENTE

1 - Não falar de coisas tristes nos meus posts;
2 - Voltar a ouvir música em alto volume deitada no chão do quarto;
3 - Ligar com mais frequência o meu botão do "foda-se";
4 - Ler mais sobre tudo;
5 - Recomeçar a estudar sobre quase tudo;
6 - Cuidar mais das minhas coisas;
7 – Tratar melhor de mim.
P.S.: Porque ela me surpreende todo dia. E eu adoro ela, minha chefamiga Nadja! Nós, toda na beca, no especial Mulheres do Piauí 2007.
Ah, e tem fotos novas aqui também www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br




terça-feira, março 13, 2007
Guardo tempos dentro de mim



Vez ou outra, eu falo nela aqui... Drica, uma amiga pra sempre. A gente nem tem uma convivência muito próxima. Mas a gente se ama e se respeita. E isso é o mais importante numa amizade.
Dia desses, eu mandei uma mensagem no celular pra ela: “Sinto sua falta. Saudade de te encontrar! Sofro com essa distância.”
Ela mandou essa de volta: “Não sofra. Onde há afeto, não carece dor... É que a vida desgarra as pessoas... Mas, eu guardo pessoas e tempos dentro de mim...”
Ando com umas saudades de pessoas que me são caras. Olho pra foto que ganhei essa semana, eu e meu tio Célio, e sinto que preciso reencontrar minhas raízes, pisar o pé na terra molhada. Semana Santa, vou pra Batalha. Rever meus tios, primos, afilhados. Banhar de rio. Tomar leite mugido. Botar as cadeiras na calçada e prosear. Rezar pra São Gonçalo. Me contorcer de frio no fundo da rede.
Engraçado. Mas, é recorrente isso comigo de ir buscar forças lá na minha Batalhinha, perto dos “meus”, quando algo de ruim paira no ar.
Na verdade, o ruim é essa ausência dos afetos. Mas, no mais... a vida está até sendo boa comigo. No meu trabalho, tudo vai bem. Na vida pessoal, bem... não tenho ninguém pra dormir de conchinhas, mas isso não tem me causado dor. Tenho aprendido a “ser só” e a “só ser”, parafraseando o ministro Gil.
Hoje, não fui trabalhar. Mal estarzinho no estômago. Serviu para eu concluir que muita coisa precisa mudar em mim. E tudo começa pela boca. Algo que eu pus pra dentro me fez mal. E eu não suporto ficar doente. Fiquei de cama. Febre, moleza no corpo, tontura. Ai, que saco!
Ah, tenho uma novidade. Depois de muito prometer, hoje começo na yoga. Vou fazer com o Gabriel na casa dele. E tô muito animada com os benefícios que isso vai me trazer. Ohmmmmmmmmmmmm...
Li o que o Frug previu pro meu signo e meu ascendente nesta semana. Olha aí!
LEÃO: “Supere a ansiedade voltando-se para as questões do espírito”.
SAGITÁRIO: “Evite despersar-se. Mantenha firme o seu foco para reunir a maior energia e dar um bom salto qualitativo. Reconheça o que é realmente importante. Não perca tempo com supérfluos. É hora de trabalhar. Depois você manifesta a sua alegria”.
E eu acho que bate direitinho com o meu momento!!!
P.S.: Eu e a Cacha em momento de muito dengo!
ATENÇÃO: POSTEI FOTOS NOVAS NO www.gayamelo.nafoto.net




sábado, março 10, 2007
Por um sentido na vida



Cá estou assistindo ao filme na Globo.
Depois de uma sexta-feira maravilhosa na companhia da Aline e do Eduardo no Mpbar. Depois do almoço com Júnior, “professor da Gaya”, aqui em casa. Depois de brincar de bola com a Gaya lá no pilotis do prédio. Depois de visitar a Tia Mana com a Cacha. E sentir a presença da mamãe por lá. Depois de tomar uma cerveja com Marquim, Amaro, Reginaldo, Mel e Sayô no Casarão. Depois de brincar com a Gaya, que cobrava atenção, quando cheguei ainda há pouco (11h30).
Eu ia pra boate. Tinha combinado com Aline e Eduardo. E a Cacha se empolgou. Mas com a friezinha que tá fazendo lá fora, todo mundo bodou. Inclusive eu. Besteira. Tá muito bom aqui. Silêncio na casa, em mim. E a Gaya deu um tempo nos latidos noturnos. Acho que a “socialização” proposta pelo Cachorrão tá surtindo efeito. Aos poucos.
“Eu acho tão bonito isso de ser abstrato...”. Ouvi o Vavá cantando essa música do Lulu Santos ontem no Mpbar. E parei nessa frase. E fiquei pensando: “O que é ser abstrato?” Seria viver a vida sem a concreticidade exigida? Sem as regras habituais? Sem ser visto? Sem precisão absoluta? Tipo: ser agora o que se quer ser, sem a preocupação de fazer sentido, de se fazer entender?
Ando pouco preocupada em dar sentido aos fatos. Ando sem vontade de ouvir outra voz que não seja a da minha consciência. Ando sem saco de conversar qualquer coisa que não me faça rir. Ando sem pique de programas que não sejam com gente que me façam me sentir em casa (dentro de mim!).
Desculpa aí as ausências, gente! Tô em falta até comigo...

“Reinventar companhias
Calcular senões
Improvisar amor...”

(Whisner Fraga)
P.S.: Sábado. Dia de banho da Gaya. Água morninha. Shampoo cheirosinho. Adoro esse dia. E ela também.




quinta-feira, março 08, 2007
Jeito de achar que a vida pode ser maravilhosa




"Quero sua alegria escandalosa...
Quero toda essa vontade
De passar dos seus limites
E ir além, e ir além..."
(Ivan Lins)


Já falei que essa música me lembra muito à minha Corrinha, né? Minha adorada e inesquecível mãe. Pois hoje, no dia dedicado à nós, quero lembrar essa poesia para destacar o valor que eu dou à mulheres de fibra, como a minha mãe foi. Mulheres a frente do seu tempo. Antenadas com o mundo, preocupadas em fazer direito o que quer que façam, engajadas na busca diária de ser feliz. Estar feliz. Viver feliz.

Dia corrido. Pouco falatório. Aproveito para convidar vocês, que têm acesso à TV Cidade Verde, para assistirem HOJE 22 HORAS o Programa Especial MULHERES DO PIAUÍ. Mais uma superprodução dessa emissora que é a boa imagem do Piauí.

Amanhã, sexta, um pouco mais folgada, prometo que converso mais.

Parabéns, mulheres da TV Cidade Verde.

Parabéns, mulheres do Piauí.

Parabéns, mulheres do Brasil.

P.S.: Foto da Lela.




segunda-feira, março 05, 2007
Não percas o agora!



Vixe... essa frase foi mesmo que um tapa na minha cara pra eu acordar da anestesia em que eu estava. É que a gente leva uns baques, que desmantelam a gente, né? Mas é porque a gente deixa, ora. Tudo tá na mente. Na forma que a gente reage. Nunca duvido disso.
Sim, mas a frase tá no livro “Pescadores da tribo”, do meu queridíssimo, instrutor de yoga e pensador da maior grandeza. Ele relata numa crônica que “boa parte da nossa vida entregamos a coisas sem importância”. E foi por isso mesmo que resolvi que as coisas que tem importância pra mim são as relacionadas com as pessoas que eu quero bem e que me querem um bem verdadeiro. Não vou perder meu tempo com o que não me acrescenta. Ao contrário, me consome.
Minha gente, o Rogério me instigou ainda mais quando ele lembra Thoreau: “... precisava, deliberadamente, defrontar-me apenas com os fatos essenciais da vida e ver se podia aprender o que tinha a me ensinar”. Com o perdão da expressão... PUTA QUE PARIU! É muito bacana essa reflexão, hein? Volta lá. Lê de novo. Agora, me diz se isso não é lindo! E é exatamente assim que eu me sinto hoje. Aprendendo o que tenho a me ensinar!!! (Com todas as exclamações a que tenho direito, ora pois.)
Hoje, fiz uma coisa que me deu muito prazer. Saí com uma colega de trabalho, depois do trabalho, pra comer pizza e conversar sobre amor, dar uma nova chance para o amor, acreditar na possibilidade desse amor. Me vi rememorando minhas histórias de perdas e ganhos no amor. Vidas que vivi. Que chorei e que sofri. Mas vivi, fiz a minha história. E tava ali contando pra ela. Pra dar a força que ela precisa para se desvencilhar da incerteza do amor. Saber o que é e o que não é amor. Só pagando pra ver. Dando a cara a tapa pra sofrer. E já se viu forma mais enriquecedora de aprender do que no sofrimento? Eu que o diga.
Minha linda, essa é pra você!

“Depois de te perder
Te encontro com certeza
Talvez no tempo da delicadeza
Onde não diremos nada
Nada aconteceu
Apenas seguirei
Como encantado ao lado teu.”

(Chico Buarque)
P.S.: Tem foto nova aqui www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br




sábado, março 03, 2007
A ausência é um estar em mim...



Sexta de noitinha: casa da Tyci para mais um abraço carinhoso,mais um beijo de “acredito na sua garra, acredito no seu sucesso”, encontro com coleguinhas jornalistas, reencontro com Daniela Donaela, cervejinha e coisa e tal. Vai ficando mais apertada a saudade da Tyci.
Quase meia noite: show da banda Capim Cubano (Paraíba) tudibom no Giramundo. Turma mais que boa: Cacha, Claudinha, Educardo, Zeca, Lis, Geysa e Meire. Putz! Como a gente “cessou e peneirou”, viu? Macaquices, macacadas, danças malucas, alegria e muita esculhambação. Me diverti como há muito tempo não acontecia. Faltou a Telminha, que me deu um ”não” e preferiu ficar em casa.
Hoje um da tarde: Sayô veio almoçar aqui em casa. Frito de capote, maminha assada na grelha, saladinha e um feijão branco como só a Maria sabe fazer. (Pode babar. Tava muito bom mesmo!) Mas, sim... ficamos na cama, eu, ela e a Cacha, conversando enquanto a comida ficava pronta. Vixe, mas foi legal demais. Valeu, Sasá, pelo presente de estar aqui em casa com a gente! Aprendemos muito, lucramos muito também.
Agora? Bem... sábado à tarde. Nada pra fazer. Também sem muita vontade de fazer nada. É uma vontade de só ficar em mim. De fazer morada em mim. Uma sensação bacana até. Ontem, encontrei com o Álvaro Luís, meu colega jornalista querido, no The Shopping. E ele: “como está o coração?”. Eu: “livre e tranqüilo”. Ele retrucou: “isso é uma coisa que não se explica e não se aceita; uma pessoa como tu sozinha”. Aí, a leonina idiota aqui saiu com essa: “deve ser porque eu não valho, ora!”. Mas só... Claro que valho, que presto, que sirvo. Se estou sem alguém pra dividir os sonhos, é porque alguém ainda não está no ponto pra mim. Nem eu pra ele. Mas ele existe. Não sei quem é. Mas vai chegar quando eu menos esperar. Como todas as coisas que são do bem acontecem. Nem me estresso mais.
Enquanto isso, (na sala de justiça. kkk)... eu fico na companhia de quem sabe dizer o que eu quero dizer e não disse.

AUSÊNCIA
“Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
Que rio e danço e invento exclamações algres,
Porque a ausência, essa ausência assimilada,
Ninguém a rouba de mim.”

Drummond
P.S.: Gaya e eu: a transformação de um lindo caso de amor incondicional.




quinta-feira, março 01, 2007
Batidas de asas rumo ao centro



“QUERO A VIDA
LINDA E LEVE
FEITO SONHO
EM AQUARELA
DE BORBOLETAS
AO VENTO”

William Soares

Não lembro direito quando a conheci. Digo, conheci essa pessoa que nunca vi pessoalmente, mas que já amo de alma-irmã. A Lela faz aniversário nesta sexta, 2 de março. E, com toda a sua piscianicidade, me arrebatou com suas colocações tão lúcidas, tão precisas sobre mim. Eu queria era dar meu abraço de urso nela. Dizer que amizade se mede é pelo tanto que as almas se confluem. E a nossa, certamente, estão juntas. Meu beijo no seu coração, LindaLelaAmiga!
Eu queria também, hoje, render minhas mais justas e sinceras homenagens a uma menina que eu aprendi a admirar, querer bem e por quem eu rezo para que a vida seja só de sorrisos. Tyci Vaz é minha colega jornalista, companheira de pós-graduação e de trabalho. A Drica já havia advertido: “Cola nela, Uchinha! Essa menina é uma parada. E você vai ter muito o que aprender com ela”. Dito e feito. Estive na cola dela esses últimos 17 meses. E como aprendi. Uma das maiores lições... a alegria de viver! Quando li esse poema lá de cima, foi nela que pensei. As imagens que faço dele são linkadas a ela, essa menina abençoada por Deus.
Ela tá indo morar láaaaaaaaaaaaaaaa em São Paulo. Longe da gente, mas perto do sonho dela. Vai voltar mestra formada pela Metodista. E mais ainda vou ter oportunidade de aprender com ela. Vai, lá, Lindinha! Mais uma vez, orgulha a gente!

Pra deixar a gente nas nuvens...
“...O QUE MOVE E COMOVE
É DAR SENTIDO À VIDA...”
Carvalho Neto
P.S.: Foto feita no Tambo Mambo quarta no tchau pra Tyci.