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sábado, março 10, 2007
Por um sentido na vida



Cá estou assistindo ao filme na Globo.
Depois de uma sexta-feira maravilhosa na companhia da Aline e do Eduardo no Mpbar. Depois do almoço com Júnior, “professor da Gaya”, aqui em casa. Depois de brincar de bola com a Gaya lá no pilotis do prédio. Depois de visitar a Tia Mana com a Cacha. E sentir a presença da mamãe por lá. Depois de tomar uma cerveja com Marquim, Amaro, Reginaldo, Mel e Sayô no Casarão. Depois de brincar com a Gaya, que cobrava atenção, quando cheguei ainda há pouco (11h30).
Eu ia pra boate. Tinha combinado com Aline e Eduardo. E a Cacha se empolgou. Mas com a friezinha que tá fazendo lá fora, todo mundo bodou. Inclusive eu. Besteira. Tá muito bom aqui. Silêncio na casa, em mim. E a Gaya deu um tempo nos latidos noturnos. Acho que a “socialização” proposta pelo Cachorrão tá surtindo efeito. Aos poucos.
“Eu acho tão bonito isso de ser abstrato...”. Ouvi o Vavá cantando essa música do Lulu Santos ontem no Mpbar. E parei nessa frase. E fiquei pensando: “O que é ser abstrato?” Seria viver a vida sem a concreticidade exigida? Sem as regras habituais? Sem ser visto? Sem precisão absoluta? Tipo: ser agora o que se quer ser, sem a preocupação de fazer sentido, de se fazer entender?
Ando pouco preocupada em dar sentido aos fatos. Ando sem vontade de ouvir outra voz que não seja a da minha consciência. Ando sem saco de conversar qualquer coisa que não me faça rir. Ando sem pique de programas que não sejam com gente que me façam me sentir em casa (dentro de mim!).
Desculpa aí as ausências, gente! Tô em falta até comigo...

“Reinventar companhias
Calcular senões
Improvisar amor...”

(Whisner Fraga)
P.S.: Sábado. Dia de banho da Gaya. Água morninha. Shampoo cheirosinho. Adoro esse dia. E ela também.
postado por Anucha Melo @ 10:47 PM 





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