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terça-feira, março 27, 2007
Aos poucos, vou-me encharcando de tempo...



A frase é de uma das lindas poesias do livro “Um ponto fora da curva”, de Laerte Magalhães, meu professor na graduação e poeta nas horas vagas.
Essa e muitas outras foram grifadas para que eu as trouxesse pra cá num dia em que eu tivesse pouco pra dizer e precisasse beber em outras fontes para me expressar. Sim, porque eu não quero calar. Quero mesmo é gritar. Hoje, eu senti que podia perder algo que já me é caro, em tão pouco tempo. A Gaya. É que, no cio, a Mel (gata da Cacha) voou pra cima da minha cachorrinha, quando ela entrou no quarto da Cacha. Coisas de demarcação de território. Resultado: muitas azunhadas, mordidas, sangue e todo o estresse do mundo. Relações arranhadas. Eu, Cacha. Gaya, Mel.
Como a Gaya veio depois da Mel, pensei... nada mais justo que a Gaya vá embora. Pensar e verbalizar isso me doeu na alma. Entrei em pânico. Não imaginei isso pra mim. Abrir mão da “maternidade” da minha filhotinha. Não. Isso não. Chorei a tarde inteira. Nem fui trabalhar. Quis ficar com a Gaya. Fazer com que ela sentisse que eu tava por perto, se ela precisasse. A Mel ficou trancada no quarto da Lôra.
Saí pra dar uma volta na Raul com minha pequena. A primeira da vida dela. É, porque ela acabou de tomar a terceira dose da vacina. E corria risco de pegar alguma doença. Gostei da sensação de estar com ela ali. Melhor foi encontrar a Rayla e Breno, que também cria uma Basset. Trocamos figurinhas e telefones. E saí mais aliviada, mais confiante que essa convivência é possível. É preciso um pouco mais de paciência e um muito mais de adestramento. Ela vai ter que entender que o quarto da Natacha é lugar proibido pra ela.
Vou saindo de fininho, ainda com o coração moído, mas com a esperança de que tudo vai se resolver no final. Tomara que o final chegue logo. Sem contratempos...

NÓS
“Desatento,
o tempo
ata
e desata
contratempos”.

(Laerte Magalhães)
P.S.: A foto foi um presente da Sayô. Um desses presentes que chegam pra curar dores. Um carinho de quem parece advinhar quando precisa dar o ar da graça. Obrigada, Sasá!
postado por Anucha Melo @ 7:17 PM 





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