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quarta-feira, maio 30, 2007
Presente do tempo



“O beijo deu certo
O corpo encaixou
O papo foi aberto
Com ares de amor
Uma intimidade
Com cheiro de tempo
Além da amizade
Um outro sentimento
O amor
Presente guardado no tempo
Que se revelou
Hoje você está sozinho
E eu também estou
Você assim tão romântico
E eu também sou
Vivendo na mesma cidade
Num mesmo momento
Tudo é só felicidade
E bom pressentimento
O amor
Presente guardado no tempo
Que se revelou
Eu sempre fui afim de você
Eu nunca tive chance foi pra te dizer
Que bom que estou aqui pra poder viver
O amor
Presente guardado no tempo
Que se revelou”


Me peguei cantando essa música pra você. Assim, passado um tempo que nos conhecemos, convivemos, rimos juntos das mesmas piadas, dividimos até a mesma mesa... estou pronta pra revelar a você o que me move até aqui. Sei que parece impossível. Mas a gente está pré-destinado. Eu vi isso já algum tempo. Tenho certeza que você também intuía. Mas não tinha força pra se liberar do que nem te prendia. E tu nem desconfiava. E tu nem me olhava. E nem notava eu te olhando através da alma. Não dos meus olhos. Eles estavam vigiados. Não podiam ser traídos. Agora, hoje não. Hoje, eu quero e posso e devo te dizer que nós vamos viver uma história. A nossa história. A história da vida da gente. Não se assuste. É a pura verdade. Uma verdade que não vem de mim. Nem de você. Vem de antes. Vem de uma força enorme. Que nos atrai, nos une, nos torna um. Então, deixa de resistir. Me beija. Agora e para sempre. E o Montenegro já disse que sempre não é todo dia, né? Pois no dia que não for sempre... a gente não precisa nem saber. A gente passa por ele e vai seguindo a felicidade. Que é para isso que a gente se encontrou. Pra sermos felizes!

P.S.1: Crônica de uma história de amor anunciada. Que pode vir a acontecer comigo ou com você. Pode ser hoje ou amanhã. Mas vai acontecer. Eu sei. Alguém me contou esse “segredo”. E eu acredito nele, viu, anjo!?

P.S.2: Essa música é da Patrícia Mellodi, cantora piauiense que mora e tenta fazer sucesso no Rio de Janeiro. O Cd dela mais novo “Pacote Completo” ta muito bacana. Ela mandou pra mim. Obrigada, Patty! Na torcida sempre por você!




segunda-feira, maio 28, 2007
Perdoem a falta de ar!



PORQUE PASSOU O DIA DAS MÃES.
PORQUE TÁ CHEGANDO O NIVER DELA.
PORQUE EU TÔ COM ENXAQUECA.
PORQUE EU CHOREI MUITO HOJE.
PORQUE NÃO DÁ PRA SEGURAR.
PORQUE OUVI ESSA MÚSICA.
PORQUE LEMBREI DELA.
PORQUE ELA CANTAVA PRA GENTE.
PORQUE É UM BURACO NA ALMA.
PORQUE É DOR DESATINADA.
PORQUE É AUSÊNCIA CORTANTE.
PORQUE ME SINTO SÓ.
PORQUE PERDI O NORTE.
PORQUE ME DESFIZ DA SORTE.
PORQUE TENHO MEDO DA MORTE...
Agora me diz se eu posso ouvir essa música e ficar sorrindo?
"Perdoem a cara amarrada
Perdoem a falta de abraço
Perdoem a falta de espaço
Os dias eram assim.
Perdoem por tantos perigos
Perdoem a falta de abrigo
Perdoem a falta de amigos
Os dias eram assim.
Perdoem a falta de folhas
Perdoem a falta de ar
Perdoem a falta de escolha
Os dias eram assim.
E quando passarem a limpo
E quando cortarem os laços
E quando soltarem os cintos
Façam a festa por mim.
Quando lavarem a mágoa
Quando lavarem a alma
Quando lavarem a água
Lavem os olhos por mim.
Quando brotarem as flores
Quando crescerem as matas
Quando colherem os frutos
Tirem um pedaço pra mim."
(Ivan Lins)
PUTZ, CORRINHA, QUE SAUDADE DA PORRA!




domingo, maio 27, 2007
“O amor torna o que a razão não explica”



Nada como Vanessa da Mata para intitular essa história que vou contar de forma breve. Porque ela é mesmo é pra ser vivida. Há três semanas conheci esse casal aí: Aislan e Maria Dolores. Primeiro ela. Leitora do meu blog, chamou minha atenção por um e-mail, conversamos mais de uma hora no msn e marcamos de nos encontrar pra uma cerveja. Ela, ele e o irmão dele. Fiquei muito à vontade. Estou muito à vontade. Parece que já os conheço há muito tempo. Como diz o Aislan... “era pra acontecer, independente de blog, de mail ou de qualquer outra coisa”. É a lei da atração mesmo. Pessoas que pensam que vão encontrar pessoas como elas: boa índole, bom astral, bom caráter, boa gente, boa companhia, bons amigos. Sim, é assim que a gente se sente: eu, Maria e Aislan. Parece loucura. Pode dizer que é. A gente já se acostumou. Loucura isso. Mas o carinho que nos envolve e nos aproxima é algo que não se explica mesmo. A gente sente e pronto. A Maria já disse: “somos irmãs”. Coisa de outra vida, de outro prisma, de outra essência. Ela quer o meu bem e eu quero o bem dela. Ela pensa e age muito parecido comigo. E eu idem. Nós admiramos uma a outra. E temos a cumplicidade do Aislan nessa história toda. O que nos reforça a idéia de que estávamos predestinados a nos encontrar. O que essa história vai render? Não importa muito. Claro que temos expectativas. Eu, Maria, Aislan... sobre os desdobramentos possíveis desse “grande encontro”. Mas, se essas expectativas não vierem a acontecer... Putz! Botão do “Foda-se” pra elas. Arroz! A gente só quer mesmo que aconteça o que for melhor. Pra nos mantermos juntos. Mesmo que tenhamos de ficar distantes. Quero concluir dizendo que eles são um presente na minha vida. Temos nos divertido muito. Temos dividido até angústias. Mas sempre saímos com gargalhadas no estoque. Tenho aprendido muito com eles também. Fico besta com a maturidade desse casal de vinte e poucos anos. Quem ganha sou eu. Já disse uma vez e repito porque agora tem tudo a ver: ADORO GENTE QUE TEM GENTE DENTRO! (Essa frase não é minha. Mas agora não lembro mais quem é o autor...).
Maria e Aislan, muito prazer em conhecê-los! Parafraseando o Nando Reis: “minha vida ficou melhor depois que vocês chegaram!”
E como a gente tem falado muito sobre passado, presente, futuro. Maria, Aislan... olha essa do Gonzaguinha!

“Passado é um pé no chão e um sabiá.
Presente é a porta aberta.
E futuro é o que virá...”
(Gonzaguinha)




quarta-feira, maio 23, 2007
Pensamentos viram coisas!



A frase do título é de Mike Dooley, um dos mestres do livro “O Segredo”. E vocês ainda vão me ler falar muito nesse livro aqui...

“O melhor presente Deus me deu:
a vida me ensinou a lutar pelo que é meu!”

(Charlie Brown)

Deus sabe que detesto esse cara. Mas, tiro o chapéu. Adoro esse refrãozinho dessa música da Malhação. E ontem, ressacada de uma puta enxaqueca e de perna pro ar boa parte da tarde, ouvi lá longe a musiquinha, enquanto degustava as palavras sábias de “O Segredo”, livro da Rhonda Byrne. Vocês já ouviram falar? Pois precisam. Vale a pena. Não é Lair Ribeirismo barato, não, viu? É ciência. Comprovação. Fatos incontestáveis. Que a gente tá careca de saber e não pratica. Eu tô engolindo as páginas. Já tenho uma lista de gente na fila de espera. Mas, o meu conselho é um só: é livro pra cabeceira, tipo “cada um deve ter o seu”! O meu já tá todo grifado, sublinhado, exclamado. Como todo livro que leio.

Minha vida tá muito legal. Estou trabalhando onde quero, fazendo o que me agrada fazer (adoro fazer reportagens!) e sendo testada para mais responsabilidades. O que dá frio na barriga, mas também estimula a aprender, crescer e mudar. O ano que passei assessorando a minha chefamiga no Notícia da Manhã foi de muito aprendizado, claro. Mas foi também de “tijolo por tijolo num desenho lógico”.

Voltei a malhar. Toda feliz. Mais magra. Mais estimulada. Mais sem pressa. Mais zen. A Yoga tem toda uma responsabilidade. O Gábi tem me ensinado a me centrar mais. Respiro melhor, me concentro mais, minha flexibilidade de volta e o abdômem se definindo. Da minha meta, faltam seis quilos. Em menos de dois meses, chego lá. E não vejo a hora de viajar. Bahia me espera. Saudade do meu pai, da minha terra, alguns poucos, bons e velhos amigos pra rever e uma amiga nova pra conhecer de verdade.

Meu ritmo? Acelerado ainda. No entanto, me sinto mais com vontade de ir puxando o freio de mão, parando no acostamento e dar aquela olhada providencial no retrovisor, sabe? Ontem, sushi, boa companhia, ótima conversa. Na pauta, revival legal do primário e do ginásio. Pode? Pode sim. Adorei reviver, gargalhar, me emocionar com meus bons tempos de colégio, de amigos guardados na alma. Amigos cujo respeito, carinho e confiança o tempo não levou!
Pra fechar, vou deixar vocês com um pouca da sabedoria das leis da atração:

“O que você está pensando agora está criando sua vida futura. Você cria sua vida com seus pensamentos. Porque está sempre pensando, está sempre criando. Aquilo que você mais pensa ou que mais se concentra é o que vai se manifestar como sua vida”.
(Rhonda Byrne)
P.S.: Dani e eu no Planeta Diário! Mas a gente tava biíta, né?




sábado, maio 19, 2007
Sou onde a onda bate, mansa!



"Sou areia.
Passo pelo tempo, corro pelas mãos.
Livre. Nada me prende e me faz parar.
Confesso que é isso o que sempre quis.
Sou onde a onda bate, mansa.
Sou o que a brisa carrega, leve.
As cores por mim passeiam, vivas.
Os temporais lavam minha alma, fresca.
No fundo das coisas e dos dias, estou.
Em mim, me encontro e sou.
A sede de sol inebria minha garganta.
A mente descansa, insana sempre...”
(Ana Carolina Biavati)

Muita coisa acontecendo. Tudo ao mesmo tempo. Agora. Quinta, massa. Sexta, mais que massa. Sábado, tédio. Amanhã, trabalho. Pra semana, seja o que Deus quiser.
Eu? No redemoinho. Talvez até no olho do furacão. Mas, quer saber... vivendo. Mulher em franco aprendizado. Menina dando lugar pra alguém pensando melhor, agindo melhor, estando melhor.
Alegre. Buscando luz. Girassol sempre. Ah, talvez faça minha terceira tatuagem amanhã. Pois é. Meio sem papo hoje. Meio sem saco também. Meio sem tato mais ainda. Então. Sem mais. Fui...




quarta-feira, maio 16, 2007
Estando em mim... numa boa!



Acho que eu nunca me senti confortável com a idéia da solidão. Vi minha mãe “ficar só” muito cedo. Separada aos 32 anos com duas filhas pequenas, não quis refazer a vida dela. Convivemos com a solidão dela durante mais de 25 anos. Sensação de ansiedade e inquietação. Certeza de que estar só era o mesmo de estar infeliz. A adolescência inteira foi de um namorado atrás do outro. Depois, namoros longos. Ficar só, sem companhia, nem pensar.
Foi preciso estar só por mais de um ano para entender que não é tão mau assim. Ano passado, morando sozinha lá no apê e sem um namorado para “encher a casa”, pude ir entendendo, com maturidade, o valor do silêncio, da quietude da alma, da beleza da minha própria solidão. (Leia-se: acompanhada de mim mesma!)
Faz falta um namorado, sim. Fazem falta as conversas intermináveis e até as brigas homéricas. Faz falta o “não ter nada pra fazer do domingo”. Faz falta dividir o milk-shake de ovomaltine. Faz falta mãos dadas no cinema. Faz falta ter pra quem ligar ao chegar em paz tarde da noite. Faz falta um monte de coisa.
Mas, tem uma coisa que não faz mais falta. Não sinto mais falta de mim. E isso é bom. Muito bom. Tenho a mim em tempo integral. Fiquei minha fã. É. Ando assim toda orgulhosa do que estou me tornando. Um ser humano bem melhor. E, admito, é preciso levar na cara, escorregar, tombar feio pra ir burilando um ser melhor de conviver com a gente mesmo e depois com os outros. Nessa ordem!
Voltar para casa num dia de hoje, antes (um ano e meio atrás), era um sacrifício. Medo de ouvir a minha própria voz, sabe? Não me comunicava bem comigo mesma... Hoje, depois de “um dia daqueles”, voltei pra casa com um quadro típico de enxaqueca, liguei pro médico, mandou tomar uns remédios e descansar. E, ao chegar em casa, ficar só, quieta, tranqüila... seria o melhor remédio, né? Mas, não. Encontrar a Gaya toda dengosa, toda querendo fazer e receber carinho... é a melhor forma de não estar só. Pelo menos, por enquanto. Pelo menos, até quando se concretizar a profecia de uma pessoinha linda que pousou como uma borboleta na minha vida, trazendo cor, graça e luz!
Transcrição de um excerto do mail que a Maria Dolores me mandou indagorinha:

“... espere absolutamente tudo ou absolutamente nada de qualquer situação, esteja preparada para entrar no "fantástico" mundo do acaso sem colete, sem máscara, sem disfarces e aproveite cada nova chance que aparecer porque pode ser a hora de você começar algo bem legal na sua vida! Não esqueça que o medo, a dúvida e o pensamento negativo atrasam... Ninguém é tão forte o suficiente para ser imbatível, inatingível, mas também não é fraco o suficiente que não possa estar todo dia de cara lavada, peito aberto à espera de alguma aventura!!!”

Lúcida ela, né?
Aí, só pra fechar... o poema de Drummond que inspirou o post de hoje:

Ausência
"Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão apegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres.
Porque a ausência, essa essência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim."

P.S.: Lis, eu e Cacha... estávamos juntas indagorinha.





segunda-feira, maio 14, 2007
Parede como proteção!



“Se cada dia cai, dentro de cada noite,
Há um poço onde a claridade está presa.
Há que sentar-se na beira do poço da sombra
e pescar luz caída com paciência.”
(Pablo Neruda)

Minha vida mudou, gente! Definitivamente, as coisas agora começaram a entrar nos eixos. Do jeito que eu pensava que era o bom pra mim. Do jeito que eu mereço. Acordo cedo ainda. Mas é com minha filhotinha pedindo comida. Levanto, boto a comida dela e volto pra cochilar aquele soninho bom do iniciozinho da manhã, sabe? Às vezes, ligo a TV pra ver a Nadja e o telejornal que, até duas semanas, era eu quem produzia. E vejo minhas matérias irem ao ar solenemente.
Tenho pensado muito em trabalhar no melhor aproveitamento do meu tempo. Tempo pra ler, tempo pra ouvir música, tempo pra ajeitar minha casa, tempo pra minha cachorra, tempo pra malhar (ainda não me comprometi com isso de verdade...), tempo pra lavar o carro (tem quase um mês que não vê água!), tempo pra visitar gente que eu quero bem e com quem estou em falta. Tempo, que eu sei muito bem que é uma questão de prioridade.
Hoje, fiz uma bateria de exames. Sangue, urina, ecocardio, teste de esforço. Andei sentindo uns passamentos na semana passada. Aí, já viu: check-up teve que ser antecipado. Segundo o meu médico, tá tudo nos conformes. No mais, alimentação bacana, gostando mais de me olhar no espelho e seguindo firme no propósito de ficar melhor pra mim.
Mas tudo é mesmo uma questão de tempo. Coisa que eu tenho aprendido. Não sem alguma dor. Mas, de forma consciente e consistente. Volto ao Hugh Prather pra arrematar:

“ Se eu não puder conhecer o curso do tempo, o melhor que tenho a fazer é prestar atenção, observar cuidadosamente o que está acontecendo e identificar que movimento me é permitido. Isso é como tentar achar a saída de uma sala no escuro. Será inútil me virar e xingar a parede, pois talvez ela tenha sido colocada lá para me proteger.”




sábado, maio 12, 2007
Descansando a cortina dos olhos...



“... tua presença pára, parava o dia mais cedo. chamo o teu nome...e logo se acende a luz...”
(Tanto – Beto Guedes)

Eita... pra que mesmo que a Drica foi me lembrar? Desabei no choro. Acho que ando muito cheia de suscetibilidades... mas também... olha o que Minha Gorda escreveu no msn pra mim...

“... lembra do tempo em que as nossas preocupações eram outras que não essas de pagar pilhas de contas do dia-a-dia? Éramos puros por essência. Ainda somos, mas os problemas às vezes turvam a luz do dia e o azul do céu parece se guardar... Acho que é aí quando nos retro-alimentamos de música, de sal do mar, de cheiro de terra, de colo amigo... descansamos a cortina dos olhos e o coração parece bater no compasso outra vez...”

Mas ontem, fui dar meu beijo na Paulinha, que tava de aniversário, lá no Planeta. Mas lá tava uma loucura. Liguei pra Maria, minha mais nova boa descoberta na net, e fui encontrá-la no Maresia. Tava com o namorado Aislan, o cunhado Fernando e logo chegou a Ana Cléa. Um grupo adorável, alto astral e que me deixou muito à vontade. Adorei conhecer essa moça. Bom demais encontrar gente do bem assim que faz tão bem a gente. E alguma coisa me diz que a gente ainda vai ficar mais próxima. Ela também tem essa impressão, ó! Caramba, sou mesmo muito abençoada!
Maria, tá topado o convite, viu? Não vale desconvidar! (kkkk)

Depois do trabalho, hoje, fui almoçar com a Cacha e a Daniela Donaela no shopping. Conversê bom. Mas minha cabeça tava pesadaça. Vim pra casa no ponto de me jogar na cama e desmaiar. Minha surpresa? Gaya tava fazendo cocô mole e com sangue. Pensa aí como é que essa mamãezinha de primeira viagem ficou! Liguei pro Mazinho (vet dela) e ele me mandou na farmácia. Depois e dar o remedinho fiquei fazendo dengo na barriguinha ela até ela adormecer. Capotei na minha cama. Agora, vou assistir “Medélei” com a Cacha e o Áureo. Programa light. Tomara que eu não invente de dar uma passada no planeta depois...

“O tempo é o fio dourado da ilusão. Faz enleio de nossas vidas. Para depois se desfazer, inteiro, dos nós. Dentro de nós”.

(Drika)

Esse excerto aí de cima “roubei” do blog do Bill, mas é da Drika. E é para dar um beijo na alma da Drica, Minha Gorda, que nunca tem tempo de dar um tempo pras nossas almas se encontrarem pra conversar. Saudade!




terça-feira, maio 08, 2007
"Nenhum caminho possui uma só direção..."



Esse é um trecho da música “Um Lugar”, da Madame Baterflai. Banda do Hermano Medeiros. Um ex-namorado que eu quero muito bem. Aquele que foi mote dos escritos iniciais desse blog... Na verdade, do primeiro blog.
O que existe hoje? Não é mais amor. Não mesmo. É um carinho incondicional pra vida inteira. Não importa se a gente não seja mais próximo. São as contigências da vida. Que a gente só engole e ponto final.
Fui ao show de lançamento do segundo CD “Senhora ou Senhorita?” dessa banda que eu vi crescer. E ali, de cara, cantarolei dentro de mim aquela do Toni Garrido: “... você não sabe o quanto eu caminhei pra chegar até aqui...” É. Aquele público que estava lá... os fãs, os amigos, a família, namoradas, ex-namoradas, esposa... sabiam, sim. Uma trajetória bonita, cheia de convicções inabaláveis.
Acordei no dia seguinte com a expressão “maturidade musical” ao lembrar do show. E qual não foi a minha surpresa ao ler exatamente isso na matéria que a Biá Boakari fez pro O Dia no sábado. E que só li na segunda.

P.S. Básico: Aliás, foi importantíssima, Biá, a sua companhia ali. Cumplicidade. Passo importante para a admiração, que leva ao começo de uma boa amizade. (Tomara que eu tenha a sorte!)

Viajei no show. Músicas que eu sabia de cor. Outras que aprendi a curtir. Letras que fazem sentido. Vidas retratadas com a singeleza de dois poetas brilhantes: os manos Gabriel e Hermano. Tenho o maior orgulho deles. O Dani, como sempre, fez a gente babar com sua batera enlouquecida. A boa surpresa: Xico Vai e sua guitarra absolutamente “colocada”. O CD tá lindo. Recomendadíssimo. Valeu a pena esperar!

Uma emoção especial... ver e tocar a filha dele com a Mariana. A Lis. Uma princesinha com a carinha de um e o narizinho do outro. Linda! Meiguinha e encantadora. Legal ver que a união deles transformou amor em vida. Emocionante falar disso. Porque não me dói. Ao contrário, me dá a certeza de que as escolhas que a gente faz na vida são, na maioria das vezes, o melhor pra gente. Muito bom ver aquela família feliz. Sinceramente, gostaria de poder dizer isso a eles. De coração.

“As chaves do destino são sete escolhas e todos os riscos. Que você deve correr...”
(Madame Baterflai)


P.S. Final: Passem aqui. Tem umas fotenhas bem legais de gente bem legal! O Serginho Donato, por exemplo, meu DJ preferido. Uma criatura inteligente, sensível, doce e amiga. Adoro ele!




sábado, maio 05, 2007
Dia de zoar!



As manas vão sair pra zoar! Mas antes, xô falar...
“Muitas vezes brigo comigo mesmo sobre como quero me sentir, em vez de simplesmente observar como estou me sentindo”.
(Hugh Prather)

Hoje, tive a oportunidade de conversar com uma pessoa que conheço pouco ou quase nada. Ela me falava de sua vida, suas dúvidas, seus anseios, seus planos. Me falava de dor também. Dor de amor. Essa dor que destroça a gente. O pior dessa dor é quando a gente acha que as coisas são como a gente acha. E tudo é construído em nível da nossa consciência como se fosse a mais absoluta verdade.

“Temos uma tendência em confundir o que vemos com o que estamos olhando. Os que percebem inconscientes de como os pensamentos revelam a si mesmos e às pessoas a quem amam simplesmente deixam a vida passar em branco”.
(Hugh Prather)

De tardezinha, fui levar minha cachorra linda pra passear na Raul Lopes. A Gaya tá ficando mais disciplinada. Tá ficando mocinha. Ainda bem. Andamos quase dois quilômetros. Ao final, ela já tava com a língua de fora e eu queria mais. Saudade de correr lá na Raul. Pra semana, com nova rotina de trabalho, volto pra academia. (Mais uma vez!) Minha idéia é, antes de ir pra Fundação, dar uma voltinha com a Gaya. Todo dia. Segunda, quarta e sexta, academia. Terça e quinta, continuar na Yoga. Ainda estou na batalha pra emagrecer mais seis quilos. Tenho dois meses (prazo que me dei) pra cumprir a meta.

Vou indo. Planeta Diário. Eu, Cacha e Aline. Tomara que as Danis apareçam. Tô com vontade de dançar, de zoar! Até mais, povo!




quarta-feira, maio 02, 2007
Buscando SER...




Tanto tempo sem postar que chego a me perguntar: “como é mesmo que começo?”
Tanta coisa pra destrinchar aqui que melhor seria se eu pinçasse uma a cada dia. Mas quem me conhece de me ler sabe que eu falo tudo ao mesmo tempo agora. Bem, por onde começo? De agora, então... tô aqui com a Lela no msn depois de trocentos dias sem nos falarmos... saudade demais dessa moça baiana retada de gente boa. Minha Lelamiga! Vamos nos conhecer em julho quando eu for pra Bahia ver meu pai. Olha só o que saiu desse papo:


“a gente não deixa
o muito que a gente é
ser...”


(Eu guento?)

Concordo com ela em gênero, número e grau. Somos mesmo auto-boicotadores de nós mesmos... Incrível como a Lela me lê legal. Aliás, ainda há pouco estávamos falando sobre a Sanka, minha Sankinha querida... e sobre umas coisas que a gente disse certa vez sobre esse nosso encontro de almas... Ficou algo assim:

“Tem gente que parece que nasceu dentro da gente...”

(A Lela emudeceu com essa frase. Poderosa ela mesmo.)

Ó, resolvi que num vou fazer o artigo sobre o show do Caetano, não. Quer saber? Nem merece. Me preparei toda pra rasgar a seda pro cara aqui. Mas o cara que vi aqui não é o cara que canta as músicas que eu gosto. Vi um artista experimental. Isso mesmo. Um Caetano ególatra demais pra merecer qualquer crítica. Prefiro colocar o meu cd “Circuladô Vivo” e lembrar da última vez que o vi no palco...

“Circuladô de Fulô, ao Deus, ao vento dará
Que Deus te guie, porque eu não posso guiar...”

Sexta passada foi a festa da Lícia. Falei aqui, né? Pense numa festa bacana. Dancei de 11h30 até umas 5h da madrugada. Fiquei com a roupa encharcada de suor. Minhas pernas não dobravam no dia seguinte. Mas aquela sensação boa de “nunca me diverti tanto”!
Do que apreendi...

“Amigos se perdoam e retomam a velha amizade porque precisam mais das pessoas do que do orgulho”. (Hugh Prather)

Eu até tinha mais coisa pra dizer. Mas o sono chegou e eu preciso dormir. Acordar bem, disposta. Dia cheio amanhã. Rojão pesado na Fundação de manhã. Matéria especial para série das Mães de tarde.
Só que antes... queria dizer aqui do tanto que eu amo minha filhotinha Gaya. Do tanto que esse amor me fez melhor. Segundo a Lela, estou aprendendo a visitar meu eu criança com minha cadelinha. E acho que tô mesmo.
Hoje, a criança que ainda mora nela, na Gaya, fez brincadeira e feriu a mamãezinha aqui. Depois de botar a ração pra ela, fiz todo o ritual diário: dei probiótico, complexo b, fiz a escovação dos dentes e gengiva e ao beijar, como de costume, a cabecinha dela... ela vira pra trás abruptamente e passa o dente afiadíssimo no meu nariz. Muito sangue, muito ardor... Fechei acara pra ela, não fiz mais carinho, não olhei mais pra ela, nem nada. Saí pra trabalhar com o coração na mão.
Na volta, ela foi me receber na porta. Daquele jeitinho meio bêbada que nem levanta a cabeça pra olhar quem tá chegando. Vem rebolando o popôsão e lambendo minhas pernas. Me derreto toda. Faço carinho e começo tudo de novo... Amo minha cachorrinha. Amo!
Assim, vou conduzindo minha vida. Buscando simplesmente SER!