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quarta-feira, maio 02, 2007
Buscando SER...




Tanto tempo sem postar que chego a me perguntar: “como é mesmo que começo?”
Tanta coisa pra destrinchar aqui que melhor seria se eu pinçasse uma a cada dia. Mas quem me conhece de me ler sabe que eu falo tudo ao mesmo tempo agora. Bem, por onde começo? De agora, então... tô aqui com a Lela no msn depois de trocentos dias sem nos falarmos... saudade demais dessa moça baiana retada de gente boa. Minha Lelamiga! Vamos nos conhecer em julho quando eu for pra Bahia ver meu pai. Olha só o que saiu desse papo:


“a gente não deixa
o muito que a gente é
ser...”


(Eu guento?)

Concordo com ela em gênero, número e grau. Somos mesmo auto-boicotadores de nós mesmos... Incrível como a Lela me lê legal. Aliás, ainda há pouco estávamos falando sobre a Sanka, minha Sankinha querida... e sobre umas coisas que a gente disse certa vez sobre esse nosso encontro de almas... Ficou algo assim:

“Tem gente que parece que nasceu dentro da gente...”

(A Lela emudeceu com essa frase. Poderosa ela mesmo.)

Ó, resolvi que num vou fazer o artigo sobre o show do Caetano, não. Quer saber? Nem merece. Me preparei toda pra rasgar a seda pro cara aqui. Mas o cara que vi aqui não é o cara que canta as músicas que eu gosto. Vi um artista experimental. Isso mesmo. Um Caetano ególatra demais pra merecer qualquer crítica. Prefiro colocar o meu cd “Circuladô Vivo” e lembrar da última vez que o vi no palco...

“Circuladô de Fulô, ao Deus, ao vento dará
Que Deus te guie, porque eu não posso guiar...”

Sexta passada foi a festa da Lícia. Falei aqui, né? Pense numa festa bacana. Dancei de 11h30 até umas 5h da madrugada. Fiquei com a roupa encharcada de suor. Minhas pernas não dobravam no dia seguinte. Mas aquela sensação boa de “nunca me diverti tanto”!
Do que apreendi...

“Amigos se perdoam e retomam a velha amizade porque precisam mais das pessoas do que do orgulho”. (Hugh Prather)

Eu até tinha mais coisa pra dizer. Mas o sono chegou e eu preciso dormir. Acordar bem, disposta. Dia cheio amanhã. Rojão pesado na Fundação de manhã. Matéria especial para série das Mães de tarde.
Só que antes... queria dizer aqui do tanto que eu amo minha filhotinha Gaya. Do tanto que esse amor me fez melhor. Segundo a Lela, estou aprendendo a visitar meu eu criança com minha cadelinha. E acho que tô mesmo.
Hoje, a criança que ainda mora nela, na Gaya, fez brincadeira e feriu a mamãezinha aqui. Depois de botar a ração pra ela, fiz todo o ritual diário: dei probiótico, complexo b, fiz a escovação dos dentes e gengiva e ao beijar, como de costume, a cabecinha dela... ela vira pra trás abruptamente e passa o dente afiadíssimo no meu nariz. Muito sangue, muito ardor... Fechei acara pra ela, não fiz mais carinho, não olhei mais pra ela, nem nada. Saí pra trabalhar com o coração na mão.
Na volta, ela foi me receber na porta. Daquele jeitinho meio bêbada que nem levanta a cabeça pra olhar quem tá chegando. Vem rebolando o popôsão e lambendo minhas pernas. Me derreto toda. Faço carinho e começo tudo de novo... Amo minha cachorrinha. Amo!
Assim, vou conduzindo minha vida. Buscando simplesmente SER!
postado por Anucha Melo @ 10:15 PM 





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