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domingo, abril 01, 2007
Optar é preciso. Viver não é preciso!



Se você me perguntar se eu não senti falta de estar com a minha turma no sábado passado... vou estar mentindo se dissesse que não.
Se você me perguntar se não sonho com eles de vez em quando... vou estar mentindo se dissesse que não.
Se você me perguntar se não tenho saudade de virar uma tarde inteira no Casarão... vou estar mentindo se dissesse que não.
Ontem, ao falar com o Marquim no celular, tive vontade que ele tivesse dito assim (como sempre fazia): “Passa aqui!” Mas, ele não disse. E eu sei por quê. Eu não iria. Por opção minha.
Optar foi preciso. Questão de sobrevivência. Proteção espiritual.
Estava exausta ontem. Júnior passou umas três horas aqui, avaliando o comportamento da Gaya, administrou o remedinho da homeopatia e, em seguida, fui pra casa da Paulinha. Ilha de Caras tudibom. Tyci, Lucas, Daiane, Sanka, eu, ela e Eraldo. No final, eu e Paulinha cantamos e dançamos a música tema de Dirty Dancing, claro! Como gosto disso de brincar de ser criança.
Sankinha veio aqui em casa. Ficamos papeando na cama, enquanto a Gaya tentava chamar nossa atenção com sessão latidos infindáveis. Fui deixar Sankinha em casa. Gaya foi comigo. Na volta, dei ração. Ela capotou prum lado. E eu pro outro. Há muito não dormia antes das 11 da noite. Noite compriiiiiiiiida. Mas, ser acordada com as lambidas da minha filhota às 6 da madruga do domingo nem me tirou o humor.
Domingo de trabalho. Almoço em casa com a Cacha. Cineminha com ela, Dedila, Claudinha e Eduardo. Adorei “Ó, PAÍ, Ó”. Deu uma saudade danada a Bahia, vixe! De volta ao meu cafôfo, aguardando um telefonema que pode vir a mudar ainda mais a minha rotina, a minha vida e a minha perspectiva de futuro. Vocês que me querem bem, que são da minha corrente do bem: torçam.
Comprei um livreto novo. “A vida feliz”, de Sêneca. De lá, tirei pérolas, que mais servem pra mim que pra vocês. Mas como sou boazinha...

“Caímos na ruína pelos exemplos dos outros;
podemos salvar-nos se nos separamos da multidão.”

“... não confio nos olhos quando julgo um homem, tenho uma lâmpada melhor e mais segura, com a qual distinguir o verdadeiro do falso: é a alma que deve descobrir o bem da alma.”
P.S.: A imagem é do blog da Valéria. Descaradamente "pescado" de lá!
postado por Anucha Melo @ 6:09 PM 





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