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terça-feira, fevereiro 27, 2007
Escrevia silêncios...




Como Rimbaud, eu “anotava o inexpressável”. Buscava em mim vontades que eu não desejo, sentidos que não me elevam, vertigens que me hipnotizam. Eu, definitivamente, não me encontrava (nem se eu me procurasse) em mim. Estava fora de mim, distante de mim, fugindo de mim.
Parafraseando Mário Benedetti, fiquei “fechando e abrindo o tempo como portas”. E descobri ruelas encantadoras cá dentro. E me deparei com atalhos sombrios. Escuro de mim.
No emaranhado de vertentes de mim mesma, encontrei-me certa do meu acordo comigo: manter a dignidade, a lealdade, a verdade e a fidelidade aos meus princípios. Os melhores que pude aprender. Estava claro que merecia me conhecer mais e profundamente.
E a viagem tem sido demorada, cansativa, desgastante, mas muito, muito proveitosa. Durante esse trajeto, escrevia silêncios que faziam estrondos lá fora. Trovões de pouca gentileza. Mas, o que importava mesmo era o quão gentil eu estava sendo comigo. Sim. Eu estava sendo servidora de mim, pra mim. Tem coisa mais linda do que servir?
A caminhada é árdua, de caminhos ladeira acima e descidas dunas abaixo (com toda emoção a que tenho direito!). Vou seguindo. Sempre em frente. Devagar e sempre. Lúcida. Quieta. E feliz. Nada completa. Mas, dentro da incompletude, absolutamente abastecida de mim.

“O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta”.
João Guimarães Rosa

P.S.: A foto foi a Cacha que fez no apê da Claudinha e do Eduardo segunda-feira de carnaval.




domingo, fevereiro 25, 2007
Deslimites do ser




Andei passeando nums blogs esses dias de carnaval. Caminhada rápida. Descomprometida. E na Lela vi Manoel de Barros. Não me contentei em só ler. Tinha que trazer para outros corações sentir.

“Aquelas permanências nos relentos faziam-me alcançar os deslimites do ser!”
P.S.: POR SINAL, LELA, ANDO SENTINDO TANTO A SUA FALTA!

Ave Maria! Isso é lindo demais, gente! Esses meus dias de estar em mim, em casa, no meu sossego, meu relento tem frutificado meus limites. Mas também, me mostrado os deslimites que preciso alcançar para ir além de mim.

O carnaval foi legal. Me diverti como pude. Mesmo na “senzala”, trabalhando. Paquerei no Sanatório Geral, beijei na boca e fui feliz. Valeu a pena!
Ontem, passei boa parte do dia cuidando da Gaya. O Jr Lima veio ensinar a gente a socializar a cadelinha. Pareceu fácil. Mas, quando ele foi embora.... ela continuou com o show. Paciência do povo aqui de casa já ta no limite. Ai ai ai. Pelo visto, o simpático treinador vai ter que voltar aqui mais vezes pra nos ajudar.

Sábado à noite, fui pó El Pancho com a Dani Soares. Depois chegou Rosalina, Dani Rêgo, Cacha e um irmãozão pra mim, Marcelo Mizerani, que tava passando de Fortaleza pra Belém (onde mora). Afe que eu tva com saudade demais desse “Mizerável”!
Hoje, a Dedila, minha afilhada, veio almoçar comigo e a Cacha. Tempo de dengar, nutrir ainda mais a plantinha dos sentimentos que valem a pena. Amor de verdade. De sangue, de alma, pra sempre. Tomara que se repita mais vezes.

Amanhã, meu povo, umas 10 horas da noite, tem chat com a jornalista da Folha On, que fez aquela piada com o Instituto Dom Barreto, que foi eleita a melhor escola do Brasil, pelo Enen. Então, quem tiver a fim de bater um plá com ela... entra na Uol e procura Chat com Bárbara Gancia, ok?

Trouxe esse poema do blog do Bill, Realidade Torta. Olha que coisa linda!

"Em tudo quanto olhei fiquei em parte.
Com tudo quanto vi, se passa, passo,
Nem distingue a memória
Do que vi, do que fui."
Ricardo Reis - Odes De Ricardo Reis




segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Tem muito Brasil aqui pra cima!



"Quisera eu simplesmente pesar tão somente aquilo que me sobreleva...”
Clarice Ge

Começou assim... A Mariana Arraes, minha linda e querida colega jornalista e publicitária, mandou um mail do mail que mandou pra jornalista da Folha On, Bárbara Sei lá de Quê, em que ela fazia deboche num artigo que publicou... olha só:

“O INSTITUTO Dom Barreto, de Teresina, no Piauí, é a melhor escola do país? Sei, sei. Agora conta aquela do papagaio.Com todo o meu respeito pelos alunos do colégio particular que obteve a melhor média geral do Exame Nacional do Ensino Médio, será que a prova do Enem serve mesmo para identificar as nossas melhores instituições de ensino? Será que o Instituto Dom Barreto prepara melhor seus alunos do que, digamos, o Santo Américo, o São Luís e o Santa Cruz, de São Paulo, ou o São Bento e o Santo Inácio, do Rio?”

Ao ler, tomada por uma incorrigível necessidade de falar logo pra não entalar, escrevi um mail pra tal jornalista e enviei de bate-pronto. Hoje, até tinha um monte de coisinha legal que me aconteceram nesses dias pra contar (como uns beijos muito bacanas que ganhei no sábado de carnaval!), mas fica pra depois. Quero dividir com vocês essa minha revoltazinha. Abaixo a ignorância! Abaixo a ditadura de que o que é bom está fora do Nordeste. O Piauí é aqui em cima, povo! E quem não conhece precisa fazê-lo antes de falar sem sabê-lo. (Vixe, falei difícil. E nem sei se falei certo... ah, não importa. Tá falado!)
Então, ta aí meu desabafo!

Bárbara,
assim como a Mariana, também sou jornalista. Nunca estudei no Instituto Dom Barreto, em Teresina-PI, mas não por falta de vontade, mas é que minha mãe não tinha condição de me manter na escola. Certamente, uma das mais caras do Estado. Como jornalista, fui convidada pelo próprio Prof. Marcílio Rangel para editar o jornalzinho da escola. Ao questionar a ele o por quê da escolha, já que existem muitos bons jornalistas que foram formados lá, ele me respondeu: "Porque admiro você, o seu trabalho e queria a melhor para trabalhar no que considero a mais preparada escola de formação de pessoas". E ele estava certo. Certíssimo! Convivendo com ele, sua equipe e seus alunos, pude vivenciar a dinâmica daquela escola ímpar. É isso mesmo, dona Bárbara. Não tem par para o Dom Barreto. Os tais colégios a que você se referiu podem até ser bons. Mas não são os melhores e não devem formar as melhoras pessoas. E ainda tem mais... o Dom Barreto se mantém com arrecadação própria, sem subvenção nenhuma do Estado. Ao contrário, o colégio patrocina cultura, investe em projetos sociais e envolve a sua comunidade a participar de eventos que valorizam a cultura e as tradições.

Somos um Estado orgulhoso não pelo resultado do Enem, a que você fez questão de usar como chacota barata para a reportagem tão barata quanto. Não sei quem você é. Nem sei se tem idade para ser minha mãe. Mas, certamente, precisaria, como bem disse a colega Mariana, pesquisar mais para emitir sua opiniões que só devem interessar mesmo a esse reduto em que você vive. E, pelo visto, acham que o Brasil termina aí nesse eixo SP-RJ-BH. Tem muito Brasil aqui pras bandas do Norte, jornalista? (Posso lhe chamar assim? É isso que você é?) E um Brasil construído sobre as bases da humanidade, da decência, do respeito ao valor do próximo, da dignidade, da educação.

A educação dos que estudaram, estudam e ainda vão estudar no Instituto Dom Barreto cria um sentimento de orgulho coletivo em toda a população de Teresina e do Piauí. Somos, sim, um Estado pobre. Mas somos um lugar de gente com vontade de crescer, batalhar por um lugar ao sol. E estou certa de que a melhor forma de se chegar ao sol é através da boa educação. O Dom Barreto dá bússola, leme e direção dos ventos.

Espero, sinceramente, que você tenha tido a decência de ler esse mail e o da Mariana até o fim. Para ter a oportunidade de descobrir que nem eu, nem a Mariana temos procuração do Instituto Dom Barreto para defendê-lo. Mas trazemos na nossa alma jornalista a indignação latente sobre qualquer forma de injustiça. Você e sua matéria preconceituosa são a prova disso.


Desculpa aí, viu, meu povo! Mas a memória do Professor Marcílio é muito presente aqui na alma pra eu deixar passar esse desaforo sem ser desaforada e meia!
Fui!

P.S.: FOTO BY DANI RÊGO. SANATÓRIO GERAL. ONDE FUI ESTAVA BEM FELIZ NO SÁBADO PASSADO!




sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Coração para entender



Amizade pra mim é ter alma pra ouvir, coração pra entender, caráter para respeitar.
Falei sobre isso ontem com André. Fui no Marquim pra matar a saudade do povo. Tinha pouca gente. Bom ter visto o Reginaldo. Tava com saudade dele. Melhor foi o papo com André já na saída. Disse a ele: “que presente maravilhoso Deus me deu... poder ser amiga, saber que posso contar e ter esse carinho, afeto enorme, que é recíproco por um ex-namorado!” Coisa de gente abençoada. Eu e ele, no caso.
Carnaval começou. Chuva forte lá fora. Convite da Dani Rego pra ir à boate. Mas... essa preguicinha de bode que não pode ver chuva... sei não... acho que não vou não. Arre, Dani. Já tô até com vergonha... Desculpa. Mas, acho que você, como boa amiga, me entende. Já conversamos e você sabe bem de mim. Tu sabe até que eu comprei roupa nova e tal. Mas... chuva agora, trabalho amanhã de manhã... não combina, viu?
Tudo certo. Amanhã, vamos comer caranguejo, dar um rolé no “Capote da Madrugada” e depois se esbaldar no “Sanatório Geral”. Vamo rezar pra São Pedro não dar as caras, né? Porque senão... nem mel, nem cabaça.
Meu carnaval, gente, está começado com o filme “piratinha” Rainha e ainda tem o “Babel”, que eu também não assisti. Quero terminar de ler o “Fogo Liberador”, ir ao cinema pra ver “Dejá vu”, fazer uma comidinha com a Sanka aqui em casa e dengar a Gaya, que foi no veterinário hoje de novo. E amanhã vai tomar um banhinho com shampoo próprio pra caspa. Minha filhinha já tem caspa, pó!
Bem, a Cacha já está aqui num pé e noutro pra gente ver o filme. Acho até que vou fazer uma pipoquinha. Dor de cabeça chata. Desde de tarde. Sei lá o que é...
Ah, hoje o Aurinho veio almoçar com a gente. Guisado de carneiro. E a Nega caprichou, aquela danada. A gente comeu que “ripunou”. Indagora, ele esteve aqui e jantou com a gente. Prometeu fazer isso de vez em quando. E a gente vai adorar. Companhia boa, agradável é sempre, sempre bem vinda. Gente do bem, que sempre fala coisas do bem, sem agredir com ironia fina. Gente que é naturalmente o que é. Gosto de gente assim. Faz bem a gente.




terça-feira, fevereiro 13, 2007
Lembranças do ninho



Morri de rir ao ler os comentários que a Sankinha fez no post de ontem. Muito mais por ter a certeza de ela estava dobrando gargalhadas pensando na minha alegria em abrir o haloscan pra ver os quatro comentários. Todos dela. E rimos muito, mais tarde, quando ela me disse que agiu exatamente assim. Rindo. Muito. Bem, a saudade parece que vai ser amenizada nesses dias de carnaval. Contagem regressiva, pois.
A Gaya tem transformado esse apê da gente em festa. Como pinota essa pequena! Como quer atenção. E tem. Da mãe, eu. Da tia, a Cacha. E da vó, Maria. Da prima, Mel (a gatinha da Cacha), por enquanto, ela só tem desconfiança. A relação das duas ainda é de muito ciúme. Tomara que seja temporário.
Hoje, numa conversa com a Cacha, tive um estalo. A Gaya vai crescer. Vai precisar de espaço. E daqui um tempo lá vou estar me decidindo a ir morar numa casa. Pra que ela gaste a energia dela. E nos dê só um pouquinho de sossego algumas vezes. É, gente, filho, às vezes, cansa... hehehehe
Tô eu aqui conversando com vocês, enquanto a Cacha toma banho aos uivos e latidos da sobrinha. Tchau, viu? Vou socorrer minha mana. Mas... só pra controle... quero reproduzir aqui a poesia do Naeno, que ele me deixou aqui de presente. Por que lembrei dela? Porque hoje senti uma falta danada de ter alguém com quem dividir os sonhos...

“Se o amor já veio ao teu ninho, e te alimentou,
Regogitando beijos, e água necessária à tua sobrevida,
Não te avexes com sua demora, se já secou,
Há umidade em teus lábios, e sentes sede, e duvidas.
Que ele de revolverá com as mesmas lembranças do ninho,
Não te precipite muito, o cume da encosta, a ele está de vista.
É que não achou ainda a estrela que se lançou a caminho,
Mas com certeza, se te alimentou, alimentou-se também, e a conquista,
Do teu coração, quando querias, deixar em ti esta saudade,
Completar o teu corpo com a cria que agora aguardas,
O amor não tarda, nem falham seus instintos de procura.
E ele, que já foi uma vez e outra, tem guardado no instinto,
A forma da tua boca, do teu coração, as batidas,
E nunca, nunca ele se perderá do ninho, do seu caminho.”
(Naeno)




segunda-feira, fevereiro 12, 2007
Ser só riso



"Pode haver um dia
em que a poesia
mude de endereço
deixe apenas tédio.
mas enquanto isso
vem brincar comigo
vamos até onde
possa ser só rido
possa ir tão longe
possa ser tão lindo
pode ser brinquedo
pode ser tão sério"
(Alice Ruiz)

É, Paulinha! É, Daniela Donaella! Alice Ruiz tá certíssima. E mais certa é a Marisa Monte quando diz de mim: "...dentro da menina a menina dança..." E como dançamos nesse sábado, hein? Quando a Paula mandou mensagem pelo celular pra todas nós naquele maravilhoso sábado que ela nos proporcionou, respondi de bate-pronto: "obrigada por me proporcionar ser eu mesma na sua casa". Depois, fiquei pensando... "será que não acabei dizendo a ela que não sou eu em outros lugares?" Até me preocupei em explicar. Mas, não. A Paulinha, cheia de Deus no coração, nunca faria interpretação diferente da que eu quis dizer. Tenho certeza.
Sabe, Daniela... todo dia é dia de encontrar pessoas. Fazer novas amizades. Conhecer gente do bem. Ando meio reticente em chamar de "amigo" quem não me conhece há muuuuuuuuuito tempo. Mas, tô com a Sanka quando ela diz que existem pessoas que se encontram porque estavam "combinadas" de se reencontrar. Almas que se confluem. Penso que, assim como com a minha amada Sankinha (de quem eu tô roxa de saudade!), você, Paulinha, Dani Rêgo, Dani Soares é assim. Sinto-me feliz com vocês. Sinto-me eu!
Acabei de fazer amizade com a Gaya, minha cadelinha, mas já suspeito de que vai ser amor pro resto da vida. Eu tô ficando cada minuto mais apaixonada. Adriana Falcão diz bem quando diz: "Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros".
Vai um empréstimo aí?!




sábado, fevereiro 10, 2007
Podem me chamar de bobona!




Eu assumo. Orgulhosamente. Ando de babador, viu? Se eu soubesse que era tão bom já tinha um bichinho desse perto de mim a mais tempo. Mas... tudo o seu tempo. Isso, sim. O tempo da Gaya é esse aqui. Ela precisa de mim. Eu preciso dela. E a gente troca carinho e amor. Tenho um montão de coisa pra contar. Da tarde feliz na casa da Paula Danielle, por exemplo. Mas merece minha dedicação a um post cuidadosamente escrito. E hoje eu tô cansada. Do tanto que brinquei com a Gaya até indagorinha. Que energia, my God do céu!!! Aí... vocês me dão esse tempinho até amanhã, tá? Enquanto isso, espia o flog que eu fiz pra ela. Beijo!!!

www.gayamelo.nafoto.net

"Se você quer respostas, coloque-se questões" (Pierre Lévy)





sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Sentir a alma



“Quando você volta a atenção para o interior, depois de ter atravessado o muro dos pensamentos, atinge o coração, a alma, o ser terno e vulnerável, a criança muda, a criança que chora em silêncio”.

Não sei se estou mais apaixonada pelo Pierre Lévy ou pela Gaya. Viu só que lindo pensamento? Prestou atenção que menininha mais fofa essa? Fez a ponte entre o que diz Lévy e o que tenho feito eu nesses dias últimos?
A Gaya tem feito milagres. Até acarinhando a Mel eu já tô, minha gente! Mel é a gata da Cacha, vocês lembram?! É que o doutor disse, e eu tô cumprindo à risca, que a gente tem que dar muita atenção à gatinha pra cachorrinha não se sentir a dona do pedaço. Psicologia animal pura! Hehe
Hoje, a Gaya foi ao veterinário. Mazinho. Um amor de criatura. Bela indicação do Jean. A pequena tomou banho, cortou as unhas, fez todos os exames. E a mãe dela, marinheiríssima de primeira viagem, perguntou tuuuuuuuuuuuuudo o que devia e o que nem precisava perguntar.
Gastei uma nota com ela. Caminha, ossinho, bolinha colorida, creme dental, remedinho do ouvido, higiapele, complexo B, soro fisiológico. Separei uma espécie de frasqueirinha pra ela. Mãe boba, essa... O certo é que ela está menos estressadinha. Mais brincalhona. E recebeu as primeiras visitas hoje: Tio Xande e Tia Dani Rego. Claro que eles ficaram babando por ela, né?
Hoje, vou dar um tempo na “enfurnação”. Tem baile com marchinha de carnaval no Marquim e eu vou lá. Tomar um camparizinho, que eu não sou de ferro. Amanhã, confirmadíssimo o almoço na casa da Paula Danielle. Encontro de pessoas que se querem muito bem “umas às outras”: Paulinha, Tyci, Dani Rego, Daniela e eu. Depois conto aqui. Beijos e obrigada pelo carinho!

P.S.: Ah, deu pra perceber que a Gaya não tem o focinho branco como a da foto do post anterior, né? É que o Jean percebeu uma hérnia na outra, aí decidiu trocar. O que fez muito bem. A Gaya não poderia ser mais linda!




quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Eu, meu gerador particular de sonhos




Esse título é um pensamento de Pierre Lévy, do livro que tô lendo e que você deveria ler também. Bom, é apenas uma sugestão, né?

Tudo ao mesmo tempo agora. A minha cadelinha está chegando às 21 horas de hoje. Viagem antecipada. Estresse aumentado. Não, não. Essa chegada não é pra causar estesse. É pra desestressar. E será. Ela está vindo num momento muito especial da minha vida. Em que tenho implementado mudanças bem significativas cá dentro. E que, logo, logo, poderão ser visualizadas cá fora. Mas, precisa de tempo pra ser maturada. Tempo é tempero! Pra cozinhar as idéias, as metas, os projetos. Dentro da mesma panela.

Voltando ao "gerador particular de sonhos"... acabo de vir de Pappardelle. E quem já esteve por aqui no blog já sabe que lá se come a melhor saladinha da cidade. Eu, na melhor compahia de uma amiga muito querida e especial: Elísia Karina. Ela me deu um presente. Me relatou "por alto" uma experiência vivenciada através do Tadashi. Você já ouviu falar? Eu já sabia mais ou menos o quê que era. Hoje, depois de ouví-la, me decidi a investir isso em mim. E vou. Nas minhas férias, em julho, antes de Buenos Aires e Salvador, passarei por mais essa depuração. Que, acredito, será uma das mais importantes da minha vida!

Sim, mas... quero agradecer quem votou e sugeriu nomes pra minha cadelinha fofa. Devo esclarecer que foram computados não só os votos do blog, mas as sugestõs "ao vivo". E... tchan, tchan, tchan... GAYA é o nome da minha filhotinha. Hoje, irei com a Cacha e o Áureo (e talvez a Kaká) buscá-la no aeroporto. Imagina como ela vai estar nervosinha a bichinha... Aí, como já passei no pet shop e comprei raçãozinha e shampoozinho, darei o primeiro banho na minha filha, para depois alimentá-la. Pense na minha alegria!

Depois mostro as fotos e conto mais. Prometo que não vou sumir. Apesar de já saber que ela, a gaya, vai precisar muito de mim nesses primeiros dias.

Mais uma de Lèvy pra vocês: "Quanto mais próximos os seres estão de nós, mais participam da moldagem de nossa alma e da trama de nossa vida".





terça-feira, fevereiro 06, 2007
Recapitulando minha vida



Sábado: treinamento da Semcom de manhã. Aprendendo a publicar notícias no portal. De tarde, churrasco do Pepe (meu primo 3° lugar pra Direito na Federal). Sete da noite: começo de um calvário. Uma fase de energia caiu no meu prédio, fiquei a noite com luz apenas na cozinha. Quase piro de tédio, calor e “ódio” da Cepisa. Manhã do domingo: treinamento da TV Cidade Verde. Muito bacana por sinal! De lá, pra TV. Fechar o Notícia da Manhã do dia seguinte. Em casa, sete e meia e... nada da Cepisa providenciar o conserto do problema. Pizza e suco de cajá na casa da Dani Rego com Dani Soares. Tudo o que eu queria para relaxar. Depois... BBB e todo aquele carinhozinho da gente. Poxa, como eu gosto dessas meninas! Resumo da ópera? A luz só foi, enfim, regularizada às 2h30 da manhã desta terça-feira. Imagina aí como é que a leoa aqui estava depois dessas 55 horas sem energia em casa?

Virando a página. A partir desta sexta-feira, vamos ter nova moradora no apê. Está chegando de Campinas essa Basset-hound, que passa a ser, oficialmente, a primeira filha da Anucha. Gostaram da novidade? Não vou negar que eu estou ansiosa e muito feliz com essa história. Vixe, já comprei até “manual do proprietário pra cachorro” e comecei a devorar todas as orientações que uma marinheira de primeira viagem precisa saber. Feliz da vida eu, viu, gente? Eita, que devo estar enchendo o saco do Jean, que está intermediando a compra da "pequenininha" e me dando todas os macetes iniciais. Valeu, Jê!

Amanhã, tenho que comprar os acessórios: tigelas, cama, guia, coleira, escovas, ração e mordedores. É um filhotinho. Meu bebê. Preciso ter o mínimo necessário pra que ele se sinta em casa. E já li aqui no “manual” que eu precisarei ficar em casa nesses primeiros dias pra dar a ele uma sensação familiar e até pra dar a noção dos primeiros limites. É criar filhos é impor limites, não é?
Mas, bem... acho que vou ter que transgredir essa primeira regra. É que to morrendo de saudade de uns amigos queridos. E também de uma farrinhazinha básica. Tipo tomar uns camparizinhos, conversar potoca até o sono me derrubar (o que não tem sido nada difícil!) e sair um pouco da toca.

Então, voltando ao que interessa. Resolvi tornar interativa a minha escolha do nome da minha cachorrinha. Vasculhei a internet à procura de um nome tipo “bateu-olhou-é esse”. Não foi bem assim. Mas vi alguns que me inspiraram. Vou listar lá embaixo e gostaria de contar com o voto de vocês nos comentários, ok? Ah, pode sugerir outros também, viu? Só de uma coisa não abro mão: nada de nomes próprios, tá? Nada parecido com nome de gente. Lá vai. Vota aí!

GAYA LILICA SHIVA CHUCA NANY DAYKA NIKITA LAIKA NINHA LECA

Por fim, só para lembrar do tanto que eu tô gostando de conhecer Pierre Lévy:

“A sabedoria consiste em parar de projetar, ficar efetivamente presente e aberto em vez de fabricar e refabricar continuamente o mundo que corresponde a nosso pensamento..., sofrendo assim suas conseqüências”.

P.S.: Ah, e uma dica... dá uma olhada na poesia linda que o poeta piauiense Naeno postou pra mim no post do dia 1°, quinta-feira. Que leitura de mim, meu Deus do céu!!!




sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Vôo Anucha adentro...



Hoje, eu e a Cacha tivemos uma visita muito aguardada. A Lidche veio almoçar conosco. Mas não sem antes entornarmos quase duas garrafas de vinho. (Por sinal, devo dizer que me encantei pelo argentino “baratinho” Rincón Del Sol. Uma dilícia, como diz a Lis! Vixe, mas nós curtimos muito a companhia uma da outra. A Lis é a irmã que escolhemos e que a mamãe abençoou. E a gente tinha muito assunto pra botar em dia, viu? Foi muito legal. Prometemos repetir. Mas a gente sabe que é uma promessa que vai custar a ser cumprida. “Bandidas relaxadas”, as três. (rs)
Falei um pouco com a Lis sobre esse meu estado de espírito. Não m sinto mal por não estar como a turma gostaria que eu tivesse. Na verdade, estou como eu estou gostando de estar. Num vôo Anucha adentro. Não de pára-quedas. Mas, de ultra-leve, curtindo a brisa, a paisagem, direcionando a vela pra onde eu queira ir. E já falei aqui... é uma experiência nova pra mim. Mas muito recompensadora.
Depois que a Lidche saiu. Fui fazer as unhas. E aí, já viu, né? Leitura básica do Sérgio Frug na Caras. Quer saber o que ele “me” disse?

“Você não precisará agradar a ninguém, leonino. Nem mesmo a si próprio. Basta fazer o que necessita e confiar que tudo se encaixará da maneira mais adequada ao momento. Você terá de enfrentar situações difíceis. Mas o júbilo e a alegria tomarão conta de seu coração.”

Me diz aí... é ou não é uma previsão bacana, baseado em tudo o que acabei de falar???
Antes de chegar ao horóscopo, li um artigo do psiquiatra Paulo Sternick, que fala sobre “ficar sozinho por um tempo ajuda a crescer”. E o que ele “me” disse também me encheu de gás, sabe? Provando a mim mesma que eu não estou errada. Alguns excertos do todo. Mas vale ler tudo, se você se interessar...

“...A solidão pode se converter em rica fonte de crescimento, experiência e renovação.”

“...Mas este não é apenas um momento de tristeza, é também um tempo de cultivo, plantio e esperança. Pois o sentimento de solidão não é causado porque não há alguém do lado, mas por se estar mal acompanhado de si próprio.”

“...É importante nos protegermos do espírito descartável da cultura atual, da obrigação de ser ‘feliz’...”

Pra fechar... hoje me dei um presente. A Cacha viajou (de novo) e eu, meio de calundu de saudade, não quis mesmo sair de casa. Aliás, amanhã o dia é cheio. E domingo também. Aí, resolvi aceitar a provocação positiva da Keula no MSN e procurar “O Fogo Liberador”, de Pierre Lévy. A minha lôra metida a intelectual me disse: “tá na hora de deixarmos de nos desapontar... já estamos bastante crescidinhas pra isso...” Como se já não bastasse a encucação que ela me deixou, a Sandra da Des Livres arrematou: “dizem que as pessoas se transformam com a leitura do Lévy”.
Aviso aos navegantes... começarei a ler o tal livro nos próximos 30 minutos. Vejam aqui as cenas dos próximos capítulos.
Beijos e o melhor fim de semana, antes do próximo, pra vocês!




quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Bonito pra chover



"Enfim, as chuvas resolveram chegar.
Encharcam a minha terra.
Fazem brotar o verde
E a esperança floresce.
A alma se renova
Os rostos se iluminam.
É tempo bonito pra chover
Molhando a terra
e aguando sonhos".
(Eu)

Tô em falta aqui, né, povo? Viajei na terça à noite pra Batalha. Assuntos de família a tratar. Dormi no Tesouro com Tio Célio, Pauline e Célio Jr (meu afilhado). Manhã seguinte, audiência no fórum. Missão cumprida. Visitas rápidas. De volta pra casa. A Guinha foi minha co-pilota na ida e vinda. Avisando os buracos, os animais da pista e reagindo quando o velocímetro ultrapassava os 100km. Tá certa. Eu, ansiosa pra chegar em casa, me excedia às vezes.
Bem, assisti "Diamante de Sangue" ontem com Pepê e Cacha. Mais que recomendado, viu, gente? Fiquei passada com o enredo. Hoje, reunião na tv até depois de 8h. Fiquei com preguiça de "bater ponto" no Cabaré do Marquim. Em casa, mais de três horas sem energia. Que merda de Cepisa, que nos oferece um serviço tão de quinta!
Chuvinha fina e renitente na fora. Já sei que vou passar a noite lembrando da Corrinha, que adorava esse cheirinho de água caindo do céu... Amanhã eu passo aqui mais animadinha, tá? Juro!