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quarta-feira, dezembro 26, 2007
Porque essa foi minha gargalhada mais gostosa!



O ano de 2007 foi o ano mais especial da minha vida. Realizei sonhos, descobri alguns desertos, me deleitei com os oásis. Porque eu mereço.
Eu teria um rosário de coisas pra relatar. Mas decidi que quero mais é viver. Vocês, que me acompanham e torcem por mim, sabem bem das coisas que me foram importantes. E, certamente, continuam na torcida para que tudo dê certo no final. E olha que já estão dando antes mesmo do final, viu?
DEUS É PAI! DEUS É MAIS!
Vou alí viver 2008, viu, gente?! Torço e rezo para que o ano que vem venha acompanhado dos mais belos sorrisos e das mais plenas realizações. Pra vocês. Porque pra mim... Bem, num tenho coragem de pedir mais nada ao Papai-do-céu. Já tô sendo abençoada de um tanto... Agora, é só agradecer.
Meu beijo, meu carinho!
"O mundo agora é real
E a chuva cai por uma fresta no telhado.
Por onde também passa o sol..."
(Herbert Viana)




sexta-feira, dezembro 21, 2007
A alegria das crianças



Essas são algumas das crianças cuidadas pelo Cincacre, uma creche coordenada pela Irmã Graça na Vila Irmã Dulce, uma das mais populosas e pobres comunidades de Teresina.
Esses rostinhos alegres, na verdade, escondem uma dura realidade de pobreza, miséria mesmo, fome e sofrimento. Famílias sem emprego, crianças sem afeto, lares comprometidos.
Nós da TV Cidade Verde fizemos um pequeno esforço, no sábado passado, para tentar minimizar essa vida desgraçada que elas vivem. Mas tivemos a oportunidade de nos enchermos do carinho delas, da energia e alegria de viver.
Nessa foto, o registro exato de como eu me senti "no parquinho" com elas. Feliz da vida! Aliás, como eu tenho vivido a minha vida ultimamente. Ô Deus bom esse meu! E, mais do que nunca, tenho percebido que a hora é de ficar mais comigo mesma, me resguardar, me recolher. Aprendi que não é só quando a gente está com o coração chagado que deve ter um certo "recato", não. Quando a vida está sorrindo pra gente também é momento de refletir e agradecer. De preferência, em silêncio.
"Sabe o que eu mais quero agora, meu amor?
Morar no interior do meu interior..."
(Vander Lee)
P.S.: Vou ali ser feliz ao lado da turma da Ilha de Caras. Pense num povo do bem com quem eu amo estar!!!




terça-feira, dezembro 18, 2007
No meu próprio caminho me atravesso



Tenho atravessado o momento mais importante da minha vida. Seguramente. E é justo nesse momento que preciso me sentir inteira, encharcada de mim. Já falei aqui que não sou rasa. Que não gosto de viver as emoções pela metade. Pois, mesmo pé no chão (que preciso ter), decidi que “vou deixar a lua me levar”, sabe? É preciso ser muito forte para resistir a tudo de bom que a vida tem me presenteado com um olhar blasé. Tipo: “ah, é comigo?!”
Pois, só pra não perder o costume. Vou deixar vocês com dois excertos que caríssimas pessoas deixaram pra mim. O primeiro, como não podia deixar de ser, foi enviado pela Tatá. Estamos falando de uma fã enlouquecida de caio Fernando Abreu. E porque estou vivendo um momento assim. Lá vai...

"O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital', pois esse impulso, às vezes cruel, não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo como 'estou contente outra vez'. [...] já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como 'sempre' ou 'nunca'. Ninguém sabe como, mas, aos poucos, fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. [...], esse é o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência."
Caio Fernando Abreu

Aí, a Sayô acha pouco todo o carinho, toda a dedicação em me elevar sempre a auto-estima e a aumentar a minha fé. Disse-me que achou esse texto a minha cara. Disse ela que eu sou alguém de “coração contente”. Agora, mais do que nunca, Sasá! Pode crer.

"Chega um momento, depois de algum caminho percorrido, em que a gente pode até considerar que avançou menos do que supunha, mas entende ter avançado o máximo que conseguiu até então. E a gente agradece, com gentileza e compaixão por todos os caminhantes, porque somente quem caminha sabe o valor, o tamanho, a conquista, de que é feita a história de cada único passo. Há quem pare no meio da estrada e se enrede no suposto cansaço que mente o medo de prosseguir. Há quem corra tão freneticamente de si mesmo que nem percebe a paisagem ao seu redor. Há quem pareça recuar dois passos para cada um alcançado. No fim das contas, todos avançam, de uma forma ou de outra, ainda que, aos próprios olhos e aos alheios, o avanço seja imperceptível. E, nos trechos da jornada em que já é possível caminhar com mais atenção, respirando os sentimentos singulares de cada passo, a gente percebe que não há exatamente um lugar onde chegar. Nós somos o lugar. A gente percebe que pode aprender a relaxar e a usufruir também da viagem e que essa é forma mais hábil e generosa de avanço. Não há movimento que se assemelhe àquele que nasce de um CORAÇÃO CONTENTE. "

Ana Jácomo
PS.1: PORQUE HOJE É ANIVERSÁRIO DA LIS, MINHA AMIGA, MINHA IRMÃ. LIDCHINHA, ATRAVESSAR MAIS DE 20 ANOS DE AMIZADE É SINAL DE QUE FOMOS SINCERAS E VERDADEIRAS DO TANTO CERTO PARA NOS MANTERMOS FIRMES E UNIDAS. AMO VOCÊ, ME ORGULHO DE SER SUA AMIGA E CONTE COMIGO SEMPRE. PRA SEMPRE!
PS.2: A FRASE QUE DÁ TÍTULO AO POST É DE FERNANDO PESSOA. DE UMA POESIA ENVIADA PELA LINDA DANIELA DONAELLA, DE QUEM EU TÔ MORRENDO DE SAUDADE.




sábado, dezembro 15, 2007
Um pouco mais de alma



Basta que vocês saibam: EU SOU A MULHER MAIS FELIZ DO MUNDO.
Deus tem me feito entender isso, perceber nas entrelinhas, no dito e no não dito. Só preciso que eu abrisse um pouco mais os olhos e arregalasse os olhos do coração.
Mas, precisei também desacelerar. Foi necessário e fundamental que eu me mantivesse na paz, na calma. Exercitando a paciência. Sim, eu soube esperar. E, se quem espera sempre alcança... sou uma mulher vitoriosa. Daquelas, sabe, Sankinha, que tem o “jeito de achar que a vida pode ser maravilhosa”!!! E é. A vida tem sido muito generosa comigo. E, como diz meu amigo George Amável, eu tenho mais é que dobrar os joelhos e agradecer. E muito!
De tudo, o que posso confessar é que ouvi (no repeat) essa música do Lenine aí de baixo. Saboreando cada trecho, introjetando as mensagens, destrinchando os recados. E essa coisa é tão forte que, ao mesmo tempo, estava sendo elaborada a campanha institucional do Natal da Cidade, programa da TV Cidade Verde, que vai ao ar hoje das 5h da tarde às 11h da noite. E sabe qual é a música-tema? PACIÊNCIA. Pimba! Isso que é sintonia!!!
Pois, fiquem com Deus.


“Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...”
P.S.: PORQUE MINHA FILHOTINHA GAYA FEZ 1 ANO DIA 14. ELA É MINHA ALEGRIA. E VAI CONTINUAR SENDO.




quarta-feira, dezembro 12, 2007
Tijolo com tijolo, num desenho mágico



Tenho aprendido muitas coisas nesses novos tempos.
Exercitar a paciência e praticar a tolerância são as principais delas. Certamente, serei abençoada com a graça de ter um prêmio no final. Sim, porque o bom do “sacrifício” é o bônus. E esse “plus” é meu, eu mereço e vou ter, sim.
Positivar a vida é outra coisa legal que tenho tentado seguir. Aliás, sempre fui assim. De certo que, aqui e ali, derrapava no meio do caminho. Mas, como dizia a Corrinha, “não tenho vocação para Madre Teresa de Calcutá”. Sou mortal e erro. Feio às vezes.
Mas, quero falar de acertos. De planejamentos. De “tijolo com tijolo, num desenho mágico...”. A vida só vale assim. Vivendo cada suspiro. E traduzindo intimamente as emoções. Falo assim, intimamente, porque tenho sentido uma necessidade de estar mais em mim. Guardar mais pra mim o que me é caro. Devia ter ouvido esse toque, de alguns bons amigos, há mais tempo! Ah, mas tudo a seu tempo mesmo. Chegou a hora.
Então, pra continuar levando vocês a curtir comigo o Djavan... Fiquem com Matizes:

“Você vem de longe
De outra vida, de outro lugar
Se o meu sangue foge
É você que acabou de chegar
O amor consome
Desde quando é só afeição
Pois já traz seu nome
Como dona do meu coração
Mas você se admira
De me encontrar
Já eu fiquei bem perto
De tremular
Ficamos sós
Perdi a voz
Você sorriu
Foi quando eu ri também
Pensei que morreria...
Ainda bem!
De puro amor
Você tentou amenizar
Aquela emoção
Apanhando uma pedra no chão
Amor não pede nada
E o que sente logo exibe
Você, mesmo abalada,
Tem um encanto
Que me inibe
Na íris dos meus olhos
Mergulhavam seus matizes
A planejar o beijo
Que o desejo
Já exige!”
P.S.: FOTO FEITA PELO PÉRICLES NO CHURRASCO DO GRUPO CLAUDINO PARA A IMPRENSA!




domingo, dezembro 09, 2007
Tudo passa, enquanto a hora espera



O Djavan, como sempre, arrebenta! O CD Matizes tá qualquer coisa. E eu tenho ouvido com certa curiosidade de descobrir o que ele tem a dizer pra mim. E diz.

“Tudo passa
Enquanto a hora espera
Quando ave noturna pia
Todos piam, eu espio,
Noite fria, na luz guia
Do luar, que lugar...
Que lugar, que lugar
Quando é hora
O amor se vai embora
Sem saber como seria
Mais um dia se recria
Na paixão, outro chão,
Outra vez, toda vez,
Toda vez, toda vez...
A vereda é azulada
E sofrida a solidão
Que sem chão
Faz morada no descaminho
Bem quando a luz do cacto
Reflete ao sol altivo
A chuva rompe o pacto
Inundando a tarde quente
E o prazer que sente a joaninha
Quando anda pela flor
Ganha um quê de sacrifício e dor
Volto a contemplar
O firmamento
Bruma que o cobria
Esvaneceu
Cheia de pesar
Estrela espia
A luz do luar
Que a escondeu!...”

A Sayô é que tá certa! Sejamos práticas para encarar a vida de forma mais amadurecida. Agora mais do que nunca. E ela colocou um excerto do Wanderlino Arruda, que me tocou muito:

“Nada melhor do que uma certa capacidade de conformação...”

E minha amiga completa: "Mas a conformação de que ele fala é um sentimento rico em sabedoria, discernimento, sustentado na crença de que o que é pra vir pra gente, tá guardado, reservado." É isso! Na mosca. O que a gente tem que lembrar sempre é que TUDO PASSA.

A Tatá deixou mais um trecho dele que me alegrou muito. E tenho buscado muitos motivos para andar com o sorriso de orelha a orelha. Como se eu precisasse de mais, ó!...

"Adoro as pessoas que amam a vida, que gostam de viver, que são alegres que sabem valorizar cada minuto de felicidade. Nada melhor do que uma certa capacidade de conformação, um jeito de dar a volta por cima nas horas difíceis, de sacudir a poeira das vãs preocupações quando elas só podem nos atrapalhar...Adoro as pessoas que gostam da luz do sol, da brisa, da lua, pessoas que saibam olhar para cima à noite e ver estrelas com atitude de quem sonha! São estas que, por amarem a imensidão do infinito têm a mística ou a lógica da fé, acreditam num poder maior, num verdadeiro foco de amor de quem emana toda a sabedoria. Não se pode viver sem uma crença..."

Hoje: almoço na casa da Tia Nau. Comidinha caseira feita com o afinco de mãe. Tudo o que eu tava precisando. Ela preparou um pargo no forno e peixe à delícia. A Tia Jack fez arroz de camarão e eu tô levei cuca de banana pra sobremesa. Fui com a Cacha e o Romeu. A Dedila, minha afilhada, zanzando e deixando seu carinho. O Tio Paulo foi com a Ivete. Que domingo melhor eu poderia ter? Com minha família ao redor... Como diz a história: no final, é com quem a gente conta mesmo!




quinta-feira, dezembro 06, 2007
Treinando o amor!



Segunda-feira, essa coisinha fofa a quem eu tô chamegando na foto vai vir passar uns dias aqui. Ela é a Ariane, minha terceira afilhada, filha do meu primo Marcelo e da Flavilene. No Natal do ano passado, eles me deram esse presente: Minha Fadinha (como eu a chamo).
Aí, na próxima semana, a gente ficou de almoçar juntas, dar um passeio no shopping, fazer um lanche, comprar presente... essas coisas que madrinha faz, sabe? E eu tenho tão pouca oportunidade de fazer isso com ela, que tenho mais é que aproveitar.
Agora, mais do que nunca, né? Ir treinando essa afetividade tão delicada, tão inocente, tão de dentro da gente. E como esses dias não têm sido dos mais fáceis... certamente, vai ser uma grande saída para eu mudar o foco. Focar no amor. No que vale a pena sentir e retribuir. Assim, de graça, sem pedir nada em troca, sem cobrar nada. Apenas sentir!
Tô chegando agora do amigo oculto das "meninas da tv". E tive uma emoção muito grande no momento em que a Giza me deu o meu presente: um lindo colar de prata com um pingente onde está transcrito o "Pai Nosso". Será que não foi feito pra mim essa peça? Não tenho como duvidar de que quando a Kalina fez a peça havia um anjinho da guarda soprando no ouvido dela para que mostrasse pra Giza. E, logo que viu, a Giza pensou em mim. Sim, foi feito pra mim.
Esse colar vai me acompanhar, me guardando, os próximos meses. Pode crer!
"Seja feita a vossa vontade. Assim na terra, como no céu!"




segunda-feira, dezembro 03, 2007
Que eu continue alerta!



“Abri meus braços pro mundo
Não tô mais sem rumo.
Livrei meu corpo da dor.
Porque chegou a hora de viver um novo amor.
Novo (e verdadeiro) amor!”
Luiza Possi

Gente, ando sem saco pra escrever. Perdoa, tá?
Nada demais. Mas é que uma enxaqueca tem me perseguido os últimos dias. E eu tô sem poder tomar remédio. Aí, fica aquele banzo, cabeça pesada, latejando. E eu tendo que trabalhar normal. Claro.
Mas, não posso deixar de agradecer esse carinhoso despretensioso de vocês. Essa corrente do bem que me abastece e me conforta. Prova disso foi esse excerto do Caio Fernando Abreu, que a Tatá colocou pra mim no orkut. Eu já até havia postado ele aqui há uns dois anos. Mas como sempre é tempo de renovar a vida, a esperança e o amor... trago ele pra cá mais uma vez. Pra mim, isso parace mais uma oração, sabia?

"(...) não sou muito forte, não tenho muito além de uma certa fé...não sei se em mim, se numa coisa que chamaria justiça-cósmica ou a coerência-final-de-todas-as-coisas. Preciso agora de tua mão sobre a minha cabeça.
Que eu não perca a capacidade de amar, de ver, de sentir. Que eu continue alerta. Que, se necessário, eu possa ter novamente o impulso do vôo no momento exato. Que eu não me perca, que eu não me fira, que não me firam, que eu não fira ninguém. Livra-me dos poços e becos de mim...Que meus olhos saibam continuar se alargando sempre..."
Caio Fernando Abreu