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quarta-feira, dezembro 12, 2007
Tijolo com tijolo, num desenho mágico



Tenho aprendido muitas coisas nesses novos tempos.
Exercitar a paciência e praticar a tolerância são as principais delas. Certamente, serei abençoada com a graça de ter um prêmio no final. Sim, porque o bom do “sacrifício” é o bônus. E esse “plus” é meu, eu mereço e vou ter, sim.
Positivar a vida é outra coisa legal que tenho tentado seguir. Aliás, sempre fui assim. De certo que, aqui e ali, derrapava no meio do caminho. Mas, como dizia a Corrinha, “não tenho vocação para Madre Teresa de Calcutá”. Sou mortal e erro. Feio às vezes.
Mas, quero falar de acertos. De planejamentos. De “tijolo com tijolo, num desenho mágico...”. A vida só vale assim. Vivendo cada suspiro. E traduzindo intimamente as emoções. Falo assim, intimamente, porque tenho sentido uma necessidade de estar mais em mim. Guardar mais pra mim o que me é caro. Devia ter ouvido esse toque, de alguns bons amigos, há mais tempo! Ah, mas tudo a seu tempo mesmo. Chegou a hora.
Então, pra continuar levando vocês a curtir comigo o Djavan... Fiquem com Matizes:

“Você vem de longe
De outra vida, de outro lugar
Se o meu sangue foge
É você que acabou de chegar
O amor consome
Desde quando é só afeição
Pois já traz seu nome
Como dona do meu coração
Mas você se admira
De me encontrar
Já eu fiquei bem perto
De tremular
Ficamos sós
Perdi a voz
Você sorriu
Foi quando eu ri também
Pensei que morreria...
Ainda bem!
De puro amor
Você tentou amenizar
Aquela emoção
Apanhando uma pedra no chão
Amor não pede nada
E o que sente logo exibe
Você, mesmo abalada,
Tem um encanto
Que me inibe
Na íris dos meus olhos
Mergulhavam seus matizes
A planejar o beijo
Que o desejo
Já exige!”
P.S.: FOTO FEITA PELO PÉRICLES NO CHURRASCO DO GRUPO CLAUDINO PARA A IMPRENSA!
postado por Anucha Melo @ 5:04 AM 





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