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domingo, dezembro 09, 2007
Tudo passa, enquanto a hora espera



O Djavan, como sempre, arrebenta! O CD Matizes tá qualquer coisa. E eu tenho ouvido com certa curiosidade de descobrir o que ele tem a dizer pra mim. E diz.

“Tudo passa
Enquanto a hora espera
Quando ave noturna pia
Todos piam, eu espio,
Noite fria, na luz guia
Do luar, que lugar...
Que lugar, que lugar
Quando é hora
O amor se vai embora
Sem saber como seria
Mais um dia se recria
Na paixão, outro chão,
Outra vez, toda vez,
Toda vez, toda vez...
A vereda é azulada
E sofrida a solidão
Que sem chão
Faz morada no descaminho
Bem quando a luz do cacto
Reflete ao sol altivo
A chuva rompe o pacto
Inundando a tarde quente
E o prazer que sente a joaninha
Quando anda pela flor
Ganha um quê de sacrifício e dor
Volto a contemplar
O firmamento
Bruma que o cobria
Esvaneceu
Cheia de pesar
Estrela espia
A luz do luar
Que a escondeu!...”

A Sayô é que tá certa! Sejamos práticas para encarar a vida de forma mais amadurecida. Agora mais do que nunca. E ela colocou um excerto do Wanderlino Arruda, que me tocou muito:

“Nada melhor do que uma certa capacidade de conformação...”

E minha amiga completa: "Mas a conformação de que ele fala é um sentimento rico em sabedoria, discernimento, sustentado na crença de que o que é pra vir pra gente, tá guardado, reservado." É isso! Na mosca. O que a gente tem que lembrar sempre é que TUDO PASSA.

A Tatá deixou mais um trecho dele que me alegrou muito. E tenho buscado muitos motivos para andar com o sorriso de orelha a orelha. Como se eu precisasse de mais, ó!...

"Adoro as pessoas que amam a vida, que gostam de viver, que são alegres que sabem valorizar cada minuto de felicidade. Nada melhor do que uma certa capacidade de conformação, um jeito de dar a volta por cima nas horas difíceis, de sacudir a poeira das vãs preocupações quando elas só podem nos atrapalhar...Adoro as pessoas que gostam da luz do sol, da brisa, da lua, pessoas que saibam olhar para cima à noite e ver estrelas com atitude de quem sonha! São estas que, por amarem a imensidão do infinito têm a mística ou a lógica da fé, acreditam num poder maior, num verdadeiro foco de amor de quem emana toda a sabedoria. Não se pode viver sem uma crença..."

Hoje: almoço na casa da Tia Nau. Comidinha caseira feita com o afinco de mãe. Tudo o que eu tava precisando. Ela preparou um pargo no forno e peixe à delícia. A Tia Jack fez arroz de camarão e eu tô levei cuca de banana pra sobremesa. Fui com a Cacha e o Romeu. A Dedila, minha afilhada, zanzando e deixando seu carinho. O Tio Paulo foi com a Ivete. Que domingo melhor eu poderia ter? Com minha família ao redor... Como diz a história: no final, é com quem a gente conta mesmo!
postado por Anucha Melo @ 3:22 PM 





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