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terça-feira, julho 31, 2007
Ainda desfazendo as malas




Gente, tô de volta das férias. Já em casa, desarrumando as malas e organizando a vida. Hoje tem: repor a geladeira, cortar o cabelo, visitar a Gaya no canil, respirar fundo pra começar tudo de novo amanhã.
Estou sem internet em casa. Desconectei todos os fios pra levar meu notebook pra Bahia e não sei mais o quê conecta onde, sabe? Coisas de gente avoada mesmo...
Bem, só pra dar o ar da graça. Depois, passo aqui com calma. Acho mesmo que só dia 2. Porque... Só pra controle: amanhã, dia 1°, são seis anos sem a Corrinha. Aí, dá pra imaginar como é que tá a cabeça, né?
Fui...
P.S.: Esse click é da Cacha. Meu pai me fazendo um dengo porque eu tava com o coração bem apertado. Saudade é troço que dói rasgando!




sexta-feira, julho 27, 2007
A hora de dizer tchau




Tem hora mais ruim do que essa, velho? (Grito carregado de sotaque baiano daqueles bem arrastados, bem cantados...)
Meu coração tá apertado, moído, despedaçado mesmo. Deixar meu pai depois dessa convivência carregada de emoções de todos os tipos durante 20 dias é brabo, viu? Estava há exatos dois anos e meio sem vir aqui. Sem perturbar a rotina milimétrica dele. Eu e, em seguida, a Cacha fizemos um carnaval antecipado aqui. Muda tudo na vida quieta de um casal com duas espoletas dentro de casa, né? Mas, com toda a agitação... foi bom para ambas as partes. Eu sei que foi. Voltamos, Cacha e eu, com a sensação de termos aproveitado um tanto assim da companhia encantadora dele. E ele, certamente, ganhou um tantão assim de carinho, dengo e todo o amor que duas filhas, cheinhas de saudade, poderiam dar.
Aproveitamos, sim, os dias em Salvador para conhecermos bares bem bacanas (leia-se: Ex-tudo, Jóia, Bahia Café, Sakê, Moema), visitar tios, primos, assistir filmes legais, comprinhas pra lá de básicas, passear pela cidade cada vez mais linda, reencontrarmos pessoas importantes pra nós.
Agora, é a contagem regressiva do retorno. Um misto de sentimentos. A saudade apertada, latejando aqui, de tudo o que estou deixando na Bahia. E a emoção de estar perto dos meus... Vontade de dormir uma noite looooonga na minha própria cama. Encontrar a Gaya e deixar ela me lamber do jeito que ela gosta. Sair pra tomar um campari com o Marquim. Bater ponto no Planeta na quinta-feira com a galera. Dar aquela passadinha básica na casa da Maria no fim da tarde só pra uma visitinha rápida e tal. E voltar a trabalhar, né? E arrumar a vida para, na próxima semana, recomeçar a vida.
Ontem, revi um amigo querido. Poxa vida, quanto tempo se passou e a amizade está firme, guardada, presente. Nossas vidas relatadas. Conquistas comemoradas. Dores divididas. Muito bom viver isso! Saio de Salvador mais rica, com certeza. Por saber que tenho mais alguém aqui que verdadeiramente torce e vibra por mim. E reza pra que Deus me mostre os melhores caminhos.
Volto pro Piauí com a idéia de voltar no carnaval. A vontade é que o povo que combinou comigo de vir no carnaval mantenha o combinado. Iria ser bacana demais estar aqui com Cacha, Lis, Geysa, Marquim, Lícia, Roberta, Aline. E, ainda por cima, rever meu primo querido Mite, que completa 40 anos no primeiro dia do carnaval. Aff! Vai ser emoção demais...
Pois sim... tô chegando, viu, meu povo?!

P.S.: Só pra matar vocês de inveja... amanhã, a despedida é com feijoada baiana, tá? Feita pelo meu pai e a Malvi. Aí, depois... é só dengo, choro e saudade...




segunda-feira, julho 23, 2007
Mais uma irmã... brindamos com café!



Acho que Deus quando “cria” a gente sai espalhando nossas almas gêmeas pelo mundo. Como se espalhasse sementes...
Aí, se temos sorte, esbarramos com nossos irmãos de alma. Se somos mais abençoados ainda, nos encontramos cara-a-cara. E, se Deus gosta bem muitão da gente, com certeza, esse esbarrão sedimenta uma irmandade para além-mar. Além qualquer distância. Geográfica ou emocional.
Ontem, domingo, eu conheci uma irmã de alma. Mais uma, graças a Deus. Lela. A Lelamiga de quem já falei ene vezes aqui. Uma criatura iluminada, que tem alumiado minha vida há pouco mais de dois anos. Desde que ela começou a freqüentar meu blog (o primeiro blog www.anuchamelo.blog.uol.com.br) e eu a visitar o blog dela. Uma amizade vem se firmando. Descobertas vão nos aproximando. E, ontem, nos demos o presente de nos vermos. Salvador Shopping, 17h40, Lucca Café, na roda + Júnior, Marta e Lucas. O tempo correu. Saímos de lá quase 10 da noite. E não havíamos conversado nem a metade do que programamos ou do que nos devíamos.
Entreguei os presentes que mandaram do Piauí e deixei com Lela um anel de prata e opala, que trouxe comigo de Pedro II. O engraçado é que desde que o coloquei no dedo algo me dizia que ele não era meu. Maktub! Era para ser da Lela!
Ao final, o abraço pareceu ter um som: saudade!
Combinamos estreitar mais os laços. Marcamos um possível carnaval de novo em Salvador. Mas, o que ficou mesmo é a certeza que essa história não começou aqui. Como ela mesma diz: “Nós não nos encontramos agora pela primeira vez. Nós apenas nos reencontramos”.
E eu acredito nisso.
Hoje, um amigo muito, muito querido veio me ver aqui no apê do meu pai. Marcamos uma saída, prum chopp, boas horas de conversa e de relembrar o passado feliz.
Verde é a esperança...
Amarelo é a alegria...
Azul é o mar da Bahia...
Branco é a minha paz!


P.S.: Só pra controle... fui assistir a um show da banda Faustão 80, no Bahia Café, sexta passada. E, escrevam aí: eu ainda vou levar essa banda pra tocar aí! Peguei contato, fiz fotos, vou pegar o Cd, já contactei a Rosalina Ferreira (leia-se: Marcos Peixoto) e, como diz meu pai: “Vamos conchavar!”




sexta-feira, julho 20, 2007
“Você também... se dá um beijo, dá abrigo!”



Meu pai me ensinou uma expressão esses dias que eu tenho é matutado...
“Para se ter um amigo, você tem que comer um quilo de sal com ele!”
Acompanhe meu raciocínio. Meu pai tem razão. Para se comer um quilo de sal precisa tempo, vagar, muitas horas de cozinha, de preparo, de cozimento, de pratos à mesa. Com isso, se imagina que o que o meu pai quer dizer é que para se chamar alguém de “meu amigo” é preciso escrever uma história com ele. E uma história nem sempre repleta de pausas felizes. Mas de retornos que valham a pena, que emocionem, que fiquem na história.
Entretanto, eu fiquei me perguntando quem se pode chamar de amigo. Alguém que já se conhece há tantos anos, mas que está longe, distante do coração... Alguém que caminha na mesma estrada que a gente, mas em sentidos opostos... Alguém que acabou de iniciar a caminhada, mas já demonstra cumplicidade... Todas as afirmações anteriores!
Bem, entendo como amigo aquele que te faz bem. Criatura cuja companhia te deixa mais leve, mais de bem com a vida, mais feliz. Sinto que pra ser meu amigo tem que ter alma pura, brilho nos olhos, fé na vida. Gosto de estar entre amigos em quem possa confiar. Em quem acredite. Que, com o mínimo esforço, já entende um olhar meu, um sorriso meu, um choro meu. Tem pessoas que já te sacam só de olhar pra você, né assim? Pois, isso é meio caminho andado pra ser amigo. Sinergia... é um dos pré-requisitos.
Ontem, fui ao show do Boca Livre convida MPB4 no Teatro Castro Alves. Noite pra ficar na memória. Músicas que embalaram gerações. Trilha sonora da vida da gente. Aí... Boca Livre cantou: “Você parece comigo. Nenhum senhor te acompanha. Você também se dá um beijo, dá abrigo...” E aí, imagine o que aconteceu? Claro... Quem me conhece sabe. Eu chorei. Aliás, chorei em Diana, lembrando da Gaya. Chorei em “a lua quando ela roda é nova, crescente ou meia lua, é cheia, quando ela roda, minguante e meia, depois é lua novamente...”. Tava com o chorador frouxo!
Mas é que lembrei das pessoas, lembrei dos tempos, lembrei das histórias. Da vida que se conta através das músicas. Aí, já viu, né?
Bom, esse reme-reme todo é só pra dizer aos meus amigos que eu os amo, que estou com saudade deles e que hoje, no Dia do Amigo, estou lembrando deles. É isso.
P.S.: Antes de eu ter a Gaya, me diziam que um cachorro tem pelo seu dono um amor incondicional, verdadeiro, amigo. E, agora, tendo ela comigo, vivencio isso. Adoro saber que ao voltar pra nossa casa, no nosso território de brincar, vou encontrá-la à espera ao pé da porta, alegre, quase humana... com uma tristeza no olhar, como se conhecesse dor milenar... Parafraseando Toninho Horta e Fernando Brant, em Diana.




quinta-feira, julho 19, 2007
Onde há vontade há um caminho!



Tenho aprendido muito, sabe?
Essa frase que dá nome ao post sempre é dita pela esposa do meu pai, Malviene, com quem tenho tido conversas enriquecedoras por aqui. Uma mulher ativa, lutadora, leitora compulsiva de História, a história da humanidade, dos povos, das civilizações. E o que ela faz muito bem é ser leitora de pessoas. Tenho aprendido.
A Cacha chegou, né? E aí, já na segunda, fizemos um programa tudibom. Eu, ela e o Fábio Polar fomos conhecer um bar maravilhoso aqui: Jóia. É o nome do lugar que encantou a nós três. Sushi de todas as modalidades, música ao vivo, serviço de bar impecável, gente bonita por toda parte e decoração de lounge de muito bom gosto. Aff! Estivemos no paraíso. E aproveitamos, claro. O campari, Marquim, tava "descendo igual água mineral com gás", expressão que, claro, ensinei ao garçon Wilson, que nos atendeu com a maior presteza.
Na terça, fomos assistir a um filme de arte no MAM: "Vermelho como o céu", que recomendo a todos, pois se trata de um filme delicado, doce e encantador, como "Cinema Paradiso". Na quarta, fomos a ouro barzinho bacana com meu pai, o "De passagem". Fica numa rua quietinha, mais parece um daqueles café parisienses. Tomamos umas caipiróscas de morango deliciosas e depois viemos pra casa se aninhar.
Olha, gente, minhas férias estão bem legais, viu? Como eu esperava que fossem. Mas, ainda agora, falei com a Nadja,minha ex-chefamiga, que ficou só amiga (o que é muito mais maravilhoso!), e ela me contava sobre o lançamento do portal Cidadever.com, que foi ontem à noite em Teresina. Já falei que tenho um blog enotas lá, né? Jornalismo, viu? O qual tenho atualizado com certa frequência por aqui (mesmo estando de férias...). Então... ela me disse que o chefe, o meu chefe e dela, disse a ela que está muito satisfeito com o meu trabalho no blog, que eu tenho correspondido às espectativas dele. Quer saber? Eu só precisava ouvir isso pra fazer das minhas férias muito mais felizes.
A propósito, comprei uma revista chamada "Mente Cérebro", cuja matéria de capa é: "Você é feliz?". Destrinchei ela ontem à noite. E prometo fazer desse mote o próximo post, ok?
Voltando ao começo, penso mesmo com a Malvi, que ONDE HÁ UMA VONTADE HÁ UM CAMINHO! E vou caminhar muito pacientemente para fazer das minhas vontades longas e agradáveis caminhadas. E você?
Beijo!!!




domingo, julho 15, 2007
Como se fosse a última vez...



Na noite de sábado, assisti a um filme que queria ter visto na telona (tem filme que é assim, né? Melhor ver no cinema...). Aí, de férias, em Salvador, casa do meu pai, noite de sábado, sem turmas pra dar um rolé pela night... melhor pedida, enquanto o meu pai lia o jornal: assistir “O amor pode dar certo”. Água com açúcar do começo ao fim. Sim, e daí? Tô de férias. Nada de filmes cabeça que me façam perder os neurônios pensando. Entetanto... não tava muito a fim de puxar o lençol que me abrigava do frio (tá frio aqui em Salvador, viu?) para fazê-lo virar lenço de enxugar rios de lágrimas. Pois foi o que se sucedeu...
Gostei do filme, apesar de triste. Uma coisa me bateu bem fundo. O diálogo da Phoenix com o Griffin, quando ela diz algo assim: “A gente nunca sabe quando está fazendo pela última vez alguma coisa...”
Vixe! Isso me fez desabar...
Pense aí com você o que você teria feito com mais intensidade se soubesse que seria a última vez que faria... Minha cabeça ficou igual carretilha louca, a 100 por hora, tentando me lembrar das coisas que teriam merecido de mim mais emoção. Resolvi não voltar pra trás. Mas ir adiante. Sempre. E decidi que, até onde me lembre desse diálogo, farei as coisas com o gosto saudoso da última vez.
Domingo, 9h da manhã (só em férias mesmo...). Acordei e me policiei desde o abrir das pestanas. Hoje, portanto, o espreguiçar teve um prazer diferente. Meu pai me convidou pra voltear por aí. Destino: Santo Antonio Além do Carmo. (Até o nome é bacana, né?). Pois sim. Topei na hora. Centro histórico de Salvador, anexo ao Pelourinho. Casarios antigos, um colado ao outro, de uma arquitetura deslumbrantemente simples, mas imponente. Ruas estreitas de pedras polidas, calçadinhas baixas e todos os tons do arco-íris nas janelas e portas.
Fomos caminhando, tirando fotos, admirando a paisagem. Vez por outra dava pra se ver a Baía de Todos os Santos passando ao nosso lado. E aquele marzão abraçando a nós todos. Linda imagem! No final da rua, a surpresa: uma bandinha tocava marchinhas antigas de carnaval na praça em frente à Igreja de Santo Antonio. Meu coração pulou! E o meu pai, sensivelmente, se encantava também com aquilo tudo. Como se fosse a última vez. Na volta, entramos num barzinho, vista pra aquele marzão de que já falei, a uma altura de uns 100 metros do nível do mar. Ficamos em frente ao porto, chegadas e partidas de navios cargueiros. Eu, meu pai, meu campari, o gim dele. Conversa fiada. Sem pressa. Apenas admirando a vida que corria ao nosso em torno. Como vou esquecer esse dia? Quando vou esquecer esses momentos?
Sim, eu vivi esse dia como se fosse o último. E confesso que ele teve um sabor diferente. Não de despedida. Ao contrário, de intensidade. De vida!
"E a vida, o que é, diga lá, meu irmão? Ela é a batida de um coração. Ela é uma doce ilusão. Mas e a vida? Ela é maravilha ou é sofrimento? Ela é alegria ou lamento? O que é o que é, meu irmão?"
Gonzaguinha

P.S.: Agora, vou dormir pra acordar de madrugada e receber a Cacha, minha mana, que tá chegando aqui pra completar a alegria! Ah, e essa foto foi meu pai que tirou no tal barzinho em Santo Antonio Além do Carmo. Atrás, a vista da Baía de Todos os Santos. E tem mais... mais fotos no meu fotoblog, pra quem quiser acompanhar o passeio. Só acessar www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br




quinta-feira, julho 12, 2007
Conversa cria cumplicidade



Tenho praticado isso aqui em Salvador. E entendido cada vez mais que a melhor forma de cultivar boas relações é conversando, se entendendo, dirimindo dúvidas sobre o que não ficou muito claro, não tirando conclusões apressadas, fazendo o que devem fazer as pessoas civilizadas: conversar, falar no olho, dizer a verdade.
Meu pai não é lá uma pessoa afeita a altos papos e conversas intermináveis. Mas, com ele, aprendo todos os dias que a boa conversa é aquela em que um responde ao outro, seja com palavras, com gestos, com um olhar. E isso ele faz muito bem. Mesmo convivendo pouco com ele (agora mesmo estava há dois anos e meio sem estar perto...), sei entender seu jeito, respeitar suas condutas e não criar dificuldades nessa relação, que pra mim é muito cara.

"A conversa sempre aproxima os seres humanos por criar afetos. (...)perdemos a capacidade de prestar atenção no que foi dito. A capacidade de escutar está em extinção!"
Marcia Tiburi - Vida Simples / Julho 2007

Estou feliz, gente. Muuuuuuuuuuuuuito feliz. Estar perto desse cara que jogou a sementinha na mamãe é ter a certeza que mais alguém no mundo está comigo, torce por mim, se preocupa sinceramente com a minha vida, sente-se responsável de alguma maneira... enfim, é meu pai. Sinto-me acarinhada, acolhida, aconchegada como estava precisando me sentir. Falei dia desses pra tia Jack: "tô sentindo falta de família", lembra tia?
Meu pai, minha referência afetiva, meu amigo adulto, meu bom conselheiro!
Aqui, em Salvador, fui ao Extudo, quarta à noite, ouvir Simone Mota cantando bossa nova, acompanhada por Vanessa, filha da Malviene, esposa do meu pai. Noite agradável, prosa bacana, meu campari, pasta de ricota com manjericão e pimenta calabresa na torrada... fui feliz!
Hoje, fui com meu pai visitar o Museu da Misericórdiana, próximo à Praça da Sé. Encantadoras imagens, locações, histórias do século passado.
Adoro ir a museus. Já tem mais dois na lista. E a minha lista de afazeres nas férias só aumenta. Dia 15, show e Emerson Nogueira. Dia 21, Jorge Vercilo. Dia 24, Ed Motta. E ainda tem: ensaios de blocos (pra quando a Cacha chegar!), filmes novos em cartaz (Tô doida pra ver "Paris"), saídas com primos e amigos.
Enfim, curtir férias é isso, né?
E eu estou saborosamente curtindo as minhas.
Hora dessa eu volto por aqui...
Beijos!

P.S.: Foto feita no Museu da Misericórdia numa fria e agradável manhã de quinta-feira!




segunda-feira, julho 09, 2007
Pra eternizar!



Três dia de trabalho. Três dias de canseira. Três dias de encontrar com os amigos. Três dias de registrar na memória, no olhar momentos como este. Final do show dos Paralamas, a Nadja pediu pra tirar uma foto com o Herberth Viana e, de quebra, me levou pra pertinho dele. Ele, muito atencioso, ouviu um relato dela (coisa de fã, sabe?), posou pras fotos (feitas pelo Edi) e ainda ganhamos beijos. Pena que o meu não foi clicado... Tem nada não. Ficou na lembrança. Pra sempre.

“Olhos fechados
Pra te encontrar.
Não estou ao seu lado
Mas posso sonhar.
E aonde quer que eu vá levo você no olhar...”

(Paralamas)

Bem, gente... tô indo. Férias. Pra Bahia. Dengar meu pai. Matar a saudade. Enfim, botar pernas pra cima e me esquecer do tempo. Ah, vou desligar o celular também. Assim... como diz o Marquim: “um pouco!”
Vou ficar tentando atualizar aqui. Colocar umas fotos no flog. E ainda postar algumas notícias no meu novo blog. É... Ainda não tinha falado aqui, né? Estreei um blog de notas no portal www.cidadeverde.com (linka lá!). Lá de Salvador vou estar por aqui também, viu?
Então, vou arrumar a mala, levar a Gaya no veterinário, passar, no banco, fazer uma hidratação no cabelo e voltar pra casa pra dormir. Quero chegar na Bahia e aproveitar cada segundo dessas férias tão aguardadas. Exatos dois anos e meio. Mereço, né?
Fui...
P.S.: Até o final do dia, vou postar umas fotos no flog, viu? Apareçam lá! www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br




terça-feira, julho 03, 2007
O que é meu e que ninguém toma...



“A fé é a posse antecipada daquilo que se espera”.
Essa frase é do Padre Antonio Cruz, da paróquia de Nossa Senhora de Lourdes, em Teresina. Um cara que eu admiro muito e cujas palavras tem o condão de me tocar.
Sempre fui uma pessoa de fé. Acredito nas pessoas. No melhor delas. Acredito que as coisas vão dar certo. Que elas vão acontecer para o bem. Acredito no amor. Que ele vai acontecer pra mim e pra quem merece ser feliz.
Sendo assim, ninguém rouba de mim a certeza que eu tenho de que as coisas boas acontecem às pessoas boas. E que nem mesmo os vampiros de plantão são capazes de sugar a minha energia. Até tentam, mas ando com o cartão de vacina em dia, sabe? Um fim de semana como o que passei na Bacaba, fazenda dos pais das Marias, é reserva de energia positiva por um bom tempo. Queria poder dividir o encantamento daquele lugar mágico com as pessoas que eu quero bem! Quem sabe, um dia, eu não os leve por lá...
Tô quase de viagem pra Bahia. Ontem, comecei a arrumar a mala. Antecipadamente, sim. Porque o Piauí Pop já começou pra mim. Na TV, o clima é de preparação: reuniões, pautas, acertos finais e todo mundo entrando na onda agitada do maior festival de arte e cultura da região. Aí, sexta, sábado e domingo, eu não sou gente. Viro zumbi. Rojão de cinco da tarde às cinco da manhã do dia seguinte. Pensa aí! Só tenho segunda-feira para terminar de afivelar as malas.
Peguei um livro da Lya Luft com a Dani Rego e a poesia tomou conta de mim. Essa parece ter sido, como diz a Sanka, “escritinha” pra mim:

“A esperança me chama,
e eu salto a bordo
como se fosse a primeira viagem.
Se não conheço os mapas,
escolho o imprevisto:
qualquer sinal é um bom presságio.
Seja como for, eu vou,
pois quase sempre acredito:
ando de olhos fechados
feito criança brincando de cega.
Mais de uma vez saio ferida
ou quase afogada,
mas não desisto.
A dor eventual é o preço da vida:
passagem, seguro e pedágio.”
P.S.: Essa foto foi a Cacha que fez. Num passeio de canoa pelo Rio Parnaíba. O rio passa em frente à fazenda Bacaba. Um paraíso na terra!!!