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domingo, julho 15, 2007
Como se fosse a última vez...



Na noite de sábado, assisti a um filme que queria ter visto na telona (tem filme que é assim, né? Melhor ver no cinema...). Aí, de férias, em Salvador, casa do meu pai, noite de sábado, sem turmas pra dar um rolé pela night... melhor pedida, enquanto o meu pai lia o jornal: assistir “O amor pode dar certo”. Água com açúcar do começo ao fim. Sim, e daí? Tô de férias. Nada de filmes cabeça que me façam perder os neurônios pensando. Entetanto... não tava muito a fim de puxar o lençol que me abrigava do frio (tá frio aqui em Salvador, viu?) para fazê-lo virar lenço de enxugar rios de lágrimas. Pois foi o que se sucedeu...
Gostei do filme, apesar de triste. Uma coisa me bateu bem fundo. O diálogo da Phoenix com o Griffin, quando ela diz algo assim: “A gente nunca sabe quando está fazendo pela última vez alguma coisa...”
Vixe! Isso me fez desabar...
Pense aí com você o que você teria feito com mais intensidade se soubesse que seria a última vez que faria... Minha cabeça ficou igual carretilha louca, a 100 por hora, tentando me lembrar das coisas que teriam merecido de mim mais emoção. Resolvi não voltar pra trás. Mas ir adiante. Sempre. E decidi que, até onde me lembre desse diálogo, farei as coisas com o gosto saudoso da última vez.
Domingo, 9h da manhã (só em férias mesmo...). Acordei e me policiei desde o abrir das pestanas. Hoje, portanto, o espreguiçar teve um prazer diferente. Meu pai me convidou pra voltear por aí. Destino: Santo Antonio Além do Carmo. (Até o nome é bacana, né?). Pois sim. Topei na hora. Centro histórico de Salvador, anexo ao Pelourinho. Casarios antigos, um colado ao outro, de uma arquitetura deslumbrantemente simples, mas imponente. Ruas estreitas de pedras polidas, calçadinhas baixas e todos os tons do arco-íris nas janelas e portas.
Fomos caminhando, tirando fotos, admirando a paisagem. Vez por outra dava pra se ver a Baía de Todos os Santos passando ao nosso lado. E aquele marzão abraçando a nós todos. Linda imagem! No final da rua, a surpresa: uma bandinha tocava marchinhas antigas de carnaval na praça em frente à Igreja de Santo Antonio. Meu coração pulou! E o meu pai, sensivelmente, se encantava também com aquilo tudo. Como se fosse a última vez. Na volta, entramos num barzinho, vista pra aquele marzão de que já falei, a uma altura de uns 100 metros do nível do mar. Ficamos em frente ao porto, chegadas e partidas de navios cargueiros. Eu, meu pai, meu campari, o gim dele. Conversa fiada. Sem pressa. Apenas admirando a vida que corria ao nosso em torno. Como vou esquecer esse dia? Quando vou esquecer esses momentos?
Sim, eu vivi esse dia como se fosse o último. E confesso que ele teve um sabor diferente. Não de despedida. Ao contrário, de intensidade. De vida!
"E a vida, o que é, diga lá, meu irmão? Ela é a batida de um coração. Ela é uma doce ilusão. Mas e a vida? Ela é maravilha ou é sofrimento? Ela é alegria ou lamento? O que é o que é, meu irmão?"
Gonzaguinha

P.S.: Agora, vou dormir pra acordar de madrugada e receber a Cacha, minha mana, que tá chegando aqui pra completar a alegria! Ah, e essa foto foi meu pai que tirou no tal barzinho em Santo Antonio Além do Carmo. Atrás, a vista da Baía de Todos os Santos. E tem mais... mais fotos no meu fotoblog, pra quem quiser acompanhar o passeio. Só acessar www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br
postado por Anucha Melo @ 10:07 PM 





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