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sexta-feira, julho 20, 2007
“Você também... se dá um beijo, dá abrigo!”



Meu pai me ensinou uma expressão esses dias que eu tenho é matutado...
“Para se ter um amigo, você tem que comer um quilo de sal com ele!”
Acompanhe meu raciocínio. Meu pai tem razão. Para se comer um quilo de sal precisa tempo, vagar, muitas horas de cozinha, de preparo, de cozimento, de pratos à mesa. Com isso, se imagina que o que o meu pai quer dizer é que para se chamar alguém de “meu amigo” é preciso escrever uma história com ele. E uma história nem sempre repleta de pausas felizes. Mas de retornos que valham a pena, que emocionem, que fiquem na história.
Entretanto, eu fiquei me perguntando quem se pode chamar de amigo. Alguém que já se conhece há tantos anos, mas que está longe, distante do coração... Alguém que caminha na mesma estrada que a gente, mas em sentidos opostos... Alguém que acabou de iniciar a caminhada, mas já demonstra cumplicidade... Todas as afirmações anteriores!
Bem, entendo como amigo aquele que te faz bem. Criatura cuja companhia te deixa mais leve, mais de bem com a vida, mais feliz. Sinto que pra ser meu amigo tem que ter alma pura, brilho nos olhos, fé na vida. Gosto de estar entre amigos em quem possa confiar. Em quem acredite. Que, com o mínimo esforço, já entende um olhar meu, um sorriso meu, um choro meu. Tem pessoas que já te sacam só de olhar pra você, né assim? Pois, isso é meio caminho andado pra ser amigo. Sinergia... é um dos pré-requisitos.
Ontem, fui ao show do Boca Livre convida MPB4 no Teatro Castro Alves. Noite pra ficar na memória. Músicas que embalaram gerações. Trilha sonora da vida da gente. Aí... Boca Livre cantou: “Você parece comigo. Nenhum senhor te acompanha. Você também se dá um beijo, dá abrigo...” E aí, imagine o que aconteceu? Claro... Quem me conhece sabe. Eu chorei. Aliás, chorei em Diana, lembrando da Gaya. Chorei em “a lua quando ela roda é nova, crescente ou meia lua, é cheia, quando ela roda, minguante e meia, depois é lua novamente...”. Tava com o chorador frouxo!
Mas é que lembrei das pessoas, lembrei dos tempos, lembrei das histórias. Da vida que se conta através das músicas. Aí, já viu, né?
Bom, esse reme-reme todo é só pra dizer aos meus amigos que eu os amo, que estou com saudade deles e que hoje, no Dia do Amigo, estou lembrando deles. É isso.
P.S.: Antes de eu ter a Gaya, me diziam que um cachorro tem pelo seu dono um amor incondicional, verdadeiro, amigo. E, agora, tendo ela comigo, vivencio isso. Adoro saber que ao voltar pra nossa casa, no nosso território de brincar, vou encontrá-la à espera ao pé da porta, alegre, quase humana... com uma tristeza no olhar, como se conhecesse dor milenar... Parafraseando Toninho Horta e Fernando Brant, em Diana.
postado por Anucha Melo @ 9:14 AM 





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