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segunda-feira, janeiro 15, 2007
"Tudo nos falta...



...quando estamos em falta com nós mesmos."
Essa frase de Goethe eu li na última “Cláudia”. Sim, eu leio revista de mulherzinha. Engraçado é que a minha mãe comprava muito dessas revistas quando tinha pouco mais que a minha idade. Nova, Cláudia... E eu me perguntava onde se achava tanto assunto pra discutir a respeito da mulher. Hoje, entendo que os assuntos se reciclam. A gente se recicla. Mesmo que os temas acabem sendo os mesmos.
Mas, de volta à frase... Que tapa eu levei ao ler, viu? Sério! Me senti sendo esbofeteada com vontade, sabe? O rosto pegou fogo, como se tivesse acabado de ser estalado... É exatamente assim que me sinto, gente! Em falta comigo mesma. Por isso, nem posso me queixar se me falta algo. O que mais falta é vergonha na cara. Sim, aquele impulso empreendedor de mudanças!
Acho que comecei a empreender em mim alguns pequenos passos. Domingo, fui à missa. (Lembra que falei que precisava disso?) Adorei a energia da capelinha ecológica. Marquei comigo o compromisso de todo domingo, antes de ir pra TV, parar uma hora pra “falar com Deus”.
Almocei na casa da Tia Nau depois da TV. Vixe! Lembramos muito da mamãe. Ela e a Tia Jack comentando sobre o cardápio (pernil de porco com arroz de carreteiro) e lembrando que era a cara dela... Depois, fui com a Aline levar sorvete pra Lícia, que tava dodói. Conversamos potoca a tarde toda. E a Lícia me mostrou o livro que estava lendo: “Enquanto o amor não vem”, presente meu no aniversário dela do ano passado. Cheguei em casa, peguei o meu e botei na cabeceira. Vou incluir mais esse na minha lista dos “livros que estou lendo”.
Hoje, fui chamada pra mais um desafio profissional. Participar de outro programa especial da TV Cidade Verde. Puxa, é bem legal discutir com Nadja, Solange e Jesus Filho as coisas que vamos “aprontar” pra botar na TV. Se você é do Piauí, aguarde! Vem coisa bacana por aí!
Ai, gente, que eu tô com uma saudadinha da Cacha. Inda bem que ela chega na madrugada da quarta. Tomaremos café juntas: leite quente, o nescau dela, o meu café, cuscuz, beijú, manteiga e queijo coalho. Tá bom, né? Ah, e muitos beijos. Pra começar a matar a saudade...
Vamos fechar com Iyanla Vanzant?

“De tempos em tempos, constatamos que estamos perdidos. Percebemos que o que estamos pensando e fazendo não está nos levando para onde queremos estar – o sótão. É nesse momento que paramos para verificar se a bússola está funcionando direito...”

Para ela, o sótão é um lugar amplo e bonito, com uma vista linda para imagens grandiosas da vida! É de lá que eu quero olhar minha vida. Mas, vou precisar fazer uma imensa faxina “nessa casa” até chegar lá. Tô começando pelo porão, tá, gente?
postado por Anucha Melo @ 8:55 PM 





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