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quarta-feira, janeiro 03, 2007
Pra quem enxerga no amor essa cor...





Azul. É essa a cor a que a minha Gorda se refere. Sim, foi de um comentário dela no blog que eu tirei essa linda poesia que dá nome a esse post. Ela esteve aqui em casa hoje à noite. Veio buscar a Cacha pra levar no aeroporto. Isso. A Cacha viajou pra Salvador. Foi dengar o papai e me deixou aqui com uma dor de cotovelo retada. (Falo já disso... Voltemos à Drica e o seu condão de me tocar a alma...) Eu tava meio sonolenta, sabe. Passei o dia todo com umas tonteiras, sentindo a cabeça pesada. Nem ousem pensar bobagem, porque não tem nenhuma chance de ser... isso que vocês podem estar pensando. Acho que tô mesmo é com uma puta crise de hipoglicemia. Mas, sim. Aí, tava caindo uma chuvinha safada lá fora. Deu vontade de tomar um Santa Carolina que espera por ela há mais de mês na geladeira. Ofereci e... pimba! Ela topou. Tudo o que eu queria. Companhia pruma vinharadazinha de leve só pra fazer o sono chegar mais rápido. Até a tonteira melhorou. Rum hum hum...
A cena seguinte foi: ela e a Cacha saindo pelo portão rumo ao aeroporto, meu coração apertado, saudoso, com aquela pontinha sem-vergonha de inveja da minha irmã. Vontade de ir junto. Viajar com ela, reencontrar o meu pai que não vejo há dois anos, aproveitar a companhia deles. Ai ai ai ai ai... Pois é.
Li no blog da Ritinha que os anos ímpares são poderosos... quando as coisas que marcam realmente acontecem, ou qualquer coisa assim... Refleti sobre a minha vida e... acho que ela tem razão. Ou, pelo menos, isso se aplica a mim também. Nem vou recapitular, mas... entrei o ano novo sem esperar muito, sem uma lista infinita de metas, mas com um verde esperança de que o melhor ainda vai chegar e um azul cor do amor da vontade que eu tenho de vivenciar de verdade. (Olha a minha roupa de ano novo!)
Aí, voltando mais uma vez à Drica, o recadinho dela faz todo um sentido. E soou como profecia na voz de alguém que eu sei que torce verdadeiramente por mim, que não tem meias palavras pra me falar, que não dissimula pra me dizer o que pensa, que me olha por dentro de mim.

“...e muito amor. amor pra dar, e de sobra. amor pra vivenciar. amor pra valer. qualquer tipo de amor. porque amar sempre vale a pena, mesmo, nao é?...e quem sabe, no meio disso tudo, um grande amor também. desses que faz a gente destrambelhar a falar. mas que cala também. que emudece a gente. enfim, um amor. amor que não se traduz. só se sente. e amor que vc, definitivamente, não vai procurar. porque estou certa de que ele vai bater à sua porta. mas na hora certa. e quando for, de fato, amor. o amor.”

Ouvi muita música legal esses dias. Já falei, né? Vander Lee sempre se renova em mim. E lembro a primeira vez que o escutei. Há dois anos em Salvador. Tocava no rádio “Onde Deus possa me ouvir” e eu lembro ter ficado “de cara” com aquela letra naquela voz melodiosa.

“Sabe o que mais quero, meu bem...
Sair, chegar lá fora e encontrar alguém
Que não me dissesse nada
Não me perguntasse nada também.
Que me oferecesse um colo, um ombro
Onde eu desaguasse todo o desengano...”

P.S.: Nessa foto aí de riba... um dos cenários mais lindos da viagem: Lagoa Azul, em Jijoca. Bom voltar lá. Ó, gente... botei mais umas fotinhas no flog http://www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br/
Vão lá! Vou ficando por aqui, tá? Depois conto mais de Jeri. Deixo meu carinho de sempre.
postado por Anucha Melo @ 9:11 PM 





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