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quinta-feira, janeiro 04, 2007
Copo vazio, cheio de ar




Antes do ano terminar, enquanto esperava pra fazer as unhas num salão chique da cidade, abri uma “caras”, revista de gente que só anda sorrindo, já perceberam? Mas, mesmo em revistas assim se pode tirar proveito de uma boa leitura. Gosto das dicas astrológicas do Carlos Fruig, gosto dos artigos de comportamento e gosto muito das poesias que legendam lindas fotografias. Então, ao ler Adélia Prado numa revista dessas, não contei conversa, peguei o primeiro papel que vi pela frente e a poesia pra usar mais na frente. Bisbilhotando meus alfarrábios, que ainda estão espalhados pela casa desde a mudança, encontrei o tal papel.
Ela diz assim:

“Meu coração vai
desdobrando panos,
se alargando.
Aquecido, dando a
volta ao mundo,
estalando os dedos
pra pessoa e bicho”.

Sinto-me assim, sabe? Nem sei o que acham dessa minha conduta. Talvez, os mais carrancudos, ou céticos, devam pensar que sou maluca, por viver “mostrando os dentes pra todo mundo”, como diz meu pai. Não sei ser diferente não, gente! Macambúzia, cara amarrada, mal humorada... só em raríssimas vezes. Na TPM ou quando tô triste por alguma razão. Mas, na maior parte do tempo: sorrindo sempre!
E você? Anda sorrindo pra vida, pra que a vida abra aquele sorrisão pra você? Braguinha tem razão, viu? “A vida só gosta de quem gosta dela”. Não dá pra ficar vivendo de lamúrias, reclamando de tudo, amargando a própria vida e, claro, a vida dos outros. A gente tem que se esforçar é pra viver os minutos degustando cada movimento do ponteiro. Tic-tac-tic-tac. Pare aí um pouquinho e tente ouvir esse barulhinho, que se parece com o ritmo das batidas do seu coração...
O Chico é que tá certo, viu? Sim, o Chico, Chico Buarque. Aliás, ele sempre tem razão, né? Tem coisa mais maravilhosa do que: “Não se afobe, não. Que nada é pra já”? Ou...

“É sempre bom lembrar
Que um copo vazio
Está cheio de ar
Que o ar no copo
Ocupa o lugar do vinho
Que o vinho busca ocupar o lugar da dor
Que a dor ocupa a metade da verdade
A verdadeira natureza interior
Uma metade cheia
Uma metade vazia
Uma metade tristeza
Uma metade alegria...”

Prefiro, assim... terminar minha conversinha aqui deixando um excerto de umas de suas mais novas canções, do CD Cariocas, que eu ainda não ouvi, mas só pode é tá lindão, como o Chico, que continua gato como sempre.

“Dura a vida alguns instantes
Porém mais do que bastantes
Quando cada instante é sempre...”
postado por Anucha Melo @ 9:07 PM 





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