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terça-feira, outubro 02, 2007
Menos pressa, mais cuidado



“Às vezes eu falo com a vida
Às vezes ela quem diz
Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz?”
(O Rappa)


Sossega, leão! É o que ando dizendo pra mim. Leoninazinha ansiosa. Gostadeira de “resolver as coisas a seu modo”... Não pode ser assim sempre, moça. “Calma e vagar”, como diz meu pai. É assim que tem que ser.
Para darem certo, as situações precisam de tempo para acontecer. Pelo menos do jeito que a gente imagina que elas possam acontecer. E não vão nunca ser exatamente como a gente pensou. Vão ser melhores. Se Deus quiser. E ele quer!
Vou me recolher. Puxar o trem de pouso. Ficar de stand by. E isso não é problema nenhum pra mim. Pode crer que não. Tenho nutrido em mim um jeito novo de encarar a vida. Com menos pressa e mais cuidado.
Essa semana vai passar beeeeeem devagar. E eu vou ficar em slow-motion aqui. Pianinho. De espectadora de mim mesma. Já fiz isso algumas vezes. Mas dessa vez, me sinto mais fortalecida para me encarar de frente. Vou precisar me encarar assim. Me testar.
Tô bem, gente. De verdade. Indagorinha mesmo bati um papo com minha tia Gracinha e ela foi de uma lucidez em me aconselhar. Legal ser orientada sobre como agir. Sinto falta disso aqui perto. Sinto falta da minha mãe, que fazia isso como ninguém. Obrigada, tia!
E, quer saber? Como eu admiti pra minha tia, nunca fui mesmo do convencional. Nunca curti as coisas certinhas. Nunca fui de dar valor ao que está pronto aqui na minha frente. Gosto do difícil, de correr atrás, de lutar pelo que eu quero. Em resumo: gosto de quebra-cabeças. E acho que ando muito bem servida nos últimos tempos.
Tomara que eu consiga formar o cubo no final... amarelos, vermelhos, verdes e azuis... cada cor pro seu lado!
Com chave de ouro, essa linda poesia que, nas entrelinhas, me diz muito. Diz muito do hoje de mim...
"Se tudo que nos beija e nos acende
leva o que migra para o não-sei-onde
escrito numa vírgula que fende
um nome que se grita e não responde,
haveria algumam senha que resplende
dessa teia de vozes que se esconde
sabendo que o amanhã é só the end
sentindo o que o agora já é longe?
Nada se negue ao que o viver instrui
que o fato de somar já diminui
como o vôo de um pássaro que recua;
ou transeunte que, entre becos, flui
feito um bicho urbandido, um cão de rua
a farejar na lama a flor da lua".
(Salgado Maranhão)
P.S.: Foto feita na descida da Cachoeira da Lapa, em Barras. Um paraíso!
postado por Anucha Melo @ 6:56 PM 





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